Você se faz próximos dos outros?

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Elaborado por Vasco Lagares – Diocese de Itabira/Cel. Fabriciano

 

15º DOMINGO DO TEMPO COMUM

10 de Julho de 2022

Destacar a atuação das pastorais sociais

RITOS INICIAIS

  1. REFRÃO MEDITATIVO

Onde reina o amor, fraterno amor

Onde reina o amor, Deus  ai   esta.

 

  1. CANTO DE ENTRADA

1- Vem e eu mostrarei que o meu caminho te leva ao Pai.

Guiarei os passos teus e junto a ti hei de seguir.

Sim eu irei e saberei como chegar ao fim

De onde vim, aonde vou, por onde irás irei também.

Lalaiá, Lalaiá…Lalaia

2- Vem eu te direi o que ainda estás a procurar.

A verdade é como o sol e invadirá teu coração.

Sim eu irei e aprenderei minha razão de ser,

Eu creio em Ti que crês em mim e à Tua luz verei a luz.

3- Vem e eu te farei da minha vida participar.

Viverás em mim aqui: viver em mim é o bem maior.

Sim eu irei e viverei a vida inteira assim.

Eternidade é na verdade o amor vivendo sempre em nós.

4- Vem que a terra espera quem possa e queira realizar.

Com amor a construção de um mundo novo muito melhor!

Sim, eu irei e levarei Teu nome aos meus irmãos.

Iremos nós e o Teu amor vai construir enfim a paz.

  1. ACOLHIDA E SAUDAÇÃO
  2. Irmãos e irmãs, Com o desejo de experimentar e partilhar o amor de Deus iniciemos em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo. Ass. Amém.
  3. A Graça de Jesus Cristo, nosso irmão, o amor de Deus, nosso Pai, e a força do Espírito Santo, que nos reúne, esteja convosco.

Ass. Bendito seja Deus que nos reuniu no amor de Cristo.

  1. RECORDAÇÃO DA VIDA

Com  Liturgia de hoje, somos chamados a perceber as necessidades dos outros, daqueles que estão em nossa volta e não os vemos por causa de nossa cegueira social. Ao aderirmos à proposta de Jesus, somos convidados a reconhecer na pessoa do irmão e da irmã, a imagem e semelhança de Deus, e assim, assumindo o cuidado com os outros, também manifestamos nossa fé e adesão aos mandamentos.

  1. ATO PENITENCIAL

PR: De coração contrito e humilhado, reconheçamo-nos necessitados da misericórdia de Deus e imploremos seu perdão

PR: Confessemos os nossos pecados.

PR: Tende compaixão de nós, Senhor.

AS: Porque somos pecadores.

PR: Manifestai, Senhor, a vossa misericórdia

AS: E dai-nos a vossa salvação.

PR: Deus todo-poderoso tenha compaixão de nós, perdoe os nossos pecados e nos conduza à vida eterna.

PR: Senhor, tende piedade de nós.

Ass. Senhor, tende piedade de nós.

PR: Cristo, tende piedade de nós.

Ass. Cristo, tende piedade de nós.

PR: Senhor, tende piedade de nós.

Ass. Senhor, tende piedade de nós

  1. GLÓRIA

1-Glória a Deus nos altos céus!

Paz na terra seus amados.

A vós louvam, Rei celeste,

os que foram libertados!

Glória a Deus, lá nos céus,

E paz aos seus amém

2- Deus e pai, nós vos louvamos,

adoramos, bendizemos.

Damos glória ao vosso nome,

vossos dons agradecemos.

3- Senhor nosso Jesus Cristo,

Unigênito do Pai,

Vós, de Deus Cordeiro e Santo,

Nossas culpas perdoai.

4- Vós, que estais junto do Pai,

como nosso intercessor,

Acolhei nossos pedidos,

atendei nosso clamor.

5- Vós somente sois o Santo,

O Altíssimo. o Senhor,

Com o Espírito Divino,

de Deus Pai no esplendor!

  1. ORAÇÃO DO DIA
  2. OREMOS: Ó Deus, que mostrais a luz da verdade aos que erram para retomarem o bom caminho, dai a todos os que professam a fé rejeitar o que não convém ao cristão, e abraçar tudo o que é digno desse nome. Por nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, na unidade do Espírito Santo. Ass. Amém.

LITURGIA DA PALAVRA

  1. PRIMEIRA LEITURA – Dt 30,10-14

Do Livro do Deuteronômio

  1. SALMO – 68(69)

Refrão: Humildes, buscai a Deus: o vosso coração reviverá!

  1. SEGUNDA LEITURA– Cl 1,15-20

Da  Carta de São Paulo aos Colossenses

  1. ACLAMAÇÃO AO EVANGELHO

Aleluia, Aleluia, Aleluia.

Ó Senhor, vossas palavras são espírito e vida; as palavras que dizeis bem que são

de eterna vida!

  1. EVANGELHO – Lc 10,25-37

Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo a Comunidade de Lucas

  1. HOMILIA

O trecho do Evangelho deste domingo nos adverte contra o fato de pensar que a misericórdia é só um sentimento, uma comoção profunda que nos envolve nas entranhas e no coração.

Certamente, ela se origina desse sentimento, mas depois deve se traduzir em uma ação, em um comportamento, em um “fazer misericórdia”. A insistência nessa página no verbo “fazer” e, em particular, a resposta final do doutor da Lei (“Aquele que fez misericórdia”), seguida pela aprovação de Jesus (“Vai e faze a mesma coisa”), nos iluminam sobre essa prática da caridade para com os nossos irmãos e as nossas irmãs.

Leiamos juntos, portanto, esse trecho muito conhecido, mas que sempre precisa não ser repetido servilmente, mas sim de uma atenção nova e pontual, como se o lêssemos pela primeira vez. Sim, muitas vezes eu o comentei, mas seria uma ofensa à sua qualidade de palavra de Deus se eu o apresentasse a vocês, leitores, através de um “copia e cola” de outros escritos meus. Não, esse evangelho “hoje” ressoa assim em mim, e eu compartilho os seus efeitos hoje, precisamente, não no passado.

Estamos ainda seguindo Jesus na sua subida a Jerusalém, e eis outro encontro: desta vez entre Jesus e um doutor da Lei, um jurista (nomikós). Esse especialista da Torá e da sua tradição em Israel quer pôr Jesus à prova, quer verificar o seu conhecimento escriturístico e a sua fidelidade ou não à tradição. Por isso, ele lhe faz uma pergunta clássica, típica de todas as pessoas e de todos os tempos: “O que fazer?”; pergunta que, no espaço religioso do judaísmo, ressoa com um acréscimo: “O que fazer para receber em herança a vida eterna?”. Jesus lhe responde com uma contrapergunta: “O que está escrito na Lei? Como lês?”, tentando desse modo levá-lo a se expressar na primeira pessoa.

O especialista, então, cita o grande mandamento atestado no Deuteronômio, que todo judeu sabe de cor e repete três vezes por dia, o Shema’ Jisra’el: “Escuta Israel, o Senhor é o nosso Deus, o Senhor é um. Amarás o Senhor, teu Deus, com todo o teu coração, com toda a tua alma, com toda a tua força e com toda a tua inteligência” (Dt 6,4-5). Depois, com inteligência espiritual, acrescenta o mandamento do amor ao próximo, extraindo-o do livro de Levítico (Lv 19,18).

Segundo Lucas, o doutor da Lei faz uma interpretação que tem como fundamento o paralelo entre os dois mandamentos do amor. Jesus não pode fazer nada mais senão aprovar tal interpretação, que alcança o seu ensinamento sobre o amor estendido até aos inimigos, aos perseguidores (cf. Lc 6,27-35), e consequentemente convida esse homem a realizar, a pôr em prática cotidianamente aquilo que soube afirmar.

Mas esse especialista que quisera pôr Jesus à prova, querendo justificar a sua pergunta inicial, interroga-o novamente: “E quem é o meu próximo?”. Mais uma vez, Jesus não responde diretamente, porque, se consentisse com a pergunta do seu interlocutor, deveria dar uma definição do próximo e, assim, situar-se dentro da casuística dos escribas e dos fariseus, aos quais o doutor da Lei pertence. Não, o próximo não pode ser encerrado em uma definição, porque, na verdade, é aquele que cada um de nós decide tornar próximo, aproximando-se dele. É por isso que Jesus conta uma parábola, acrescentando-lhe, no fim, outra contrapergunta.

Um homem anônimo, do qual Jesus não especifica nada – nem a nacionalidade, nem a condição social, nem a pertença religiosa –, enquanto percorre a estrada que desce de Jerusalém a Jericó, é atacado por bandidos que o saqueiam, batem nele e o deixam meio morto à beira da estrada. Nada de extraordinário, mas um fato que é cotidiano nas nossas cidades, principalmente onde os bandidos roubam, agarram, espancam e acabam deixando as pessoas agredidas no chão pelas ruas…

Nessa estrada – diz Jesus – passam duas pessoas, marcadas pela sua função religiosa: um sacerdote e um levita, homens aos quais é confiado o cuidado do templo de Deus em Jerusalém e que, em Israel, mostram-se exemplares para os outros. Pois bem, esses dois homens religiosos, conhecedores da Lei, voltados a honrar a morada de Deus, passando por essa estrada, “veem” aquele homem no chão, ferido e necessitado, mas passam longe, do outro lado. Estão longe e continuam o seu caminho.

Por quê? Talvez sejam insensíveis, malvados? Não. Então por quê? Porque são habitados acima de tudo pelo dever de ficar longe de um possível cadáver, por medo de se tornarem impuros (cf. Nm 19,11-16). Ou talvez porque veem, mas não olham verdadeiramente, não estão acostumados a ver discernindo (“Bem-aventurado aquele que discerne o pobre e o miserável” [Sl 41 (40), 2 LXX]). Eles não fazem mal algum, mas certamente se omitem de fazer alguma coisa.

E assim também para nós: a maioria dos nossos pecados, das nossas contradições ao amor fraterno não se origina do ódio ou da maldade, mas se trata de ações falhas por indiferença. Exatamente como o Senhor nos lembrará no dia do juízo: “Vão para longe de mim, malditos, porque vocês não fizeram isto nem aquilo” (cf. Mt 25,41-45)…

O que surpreende na continuação da parábola é que, ao sacerdote e o levita, os típicos religiosos, Jesus opõe um samaritano, o antítipo, isto é, o perfeito contrário dos dois judeus observantes e puros. Os samaritanos, de fato, eram considerados gente impura, cismática e herética, detestada pelos judeus e sempre em luta contra eles. Em suma, um samaritano certamente era a pessoa mais desprezada pelos judeus… mas é justamente ele que Jesus coloca como exemplar: isso é demais! Até o samaritano, passando por aquela estrada, vê e, para ver bem, se aproxima, faz-se próximo do homem ferido; então, rosto contra rosto, o samaritano se comove nas entranhas, sente subir das suas profundezas um sentimento de compaixão, de indignação, de piedade. A misericórdia é esse sentimento visceral, materno, que, na realidade, reúne muitos sentimentos e, como uma pulsão, sobe das nossas entranhas, fazendo-nos sentir como que sofrimento, con-sofrimento, com quem tem necessidade.

Do sentimento nasce a ação: o samaritano derrama óleo e vinho sobre as feridas, enfaixa-as, depois carrega aquele homem sobre o seu jumento e o leva a uma pensão, confiando-o ao dono da pensão para os cuidados e a convalescença. Esse samaritano cuida do homem ferido pelos bandidos até o possível resultado positivo: ele faz tudo o que pode.

Eis então que surge a verdade: há pessoas consideradas impuras, não ortodoxas na fé, desprezadas, que sabem “fazer misericórdia”, sabem praticar um amor inteligente pelo próximo. Não têm que apelar nem para a Lei de Deus, nem para a sua fé, nem para a sua tradição, mas simplesmente, como “humanos”, sabem ver e reconhecer o outro na necessidade e, portanto, colocar-se a serviço do seu bem, cuidar dele, fazer-lhe o bem necessário. Isso é fazer misericórdia!

Ao contrário, há homens e mulheres fiéis e religiosos, que conhecem bem a Lei e são zelosos em observá-la minuciosamente, que, precisamente por olharem mais para o “está escrito”, para aquilo que foi transmitido, do que para o vivido, para o que lhes ocorre na vida e para aqueles que têm à sua frente, não conseguem observar a intenção de Deus ao dar a Lei: e essa única intenção, a serviço da qual a Lei se coloca, é a caridade para com os outros!

Mas como é possível? Como é possível que precisamente as pessoas religiosas, que frequentam diariamente a igreja, rezam e leem a Bíblia, não só se omitem de fazer o bem, mas também não cumprimentam os coirmãos e as coirmãs, coisas que os pagãos fazem? É o mistério da iniquidade operante também na comunidade cristã!

Não devemos nos surpreender, mas apenas nos interrogar, perguntando-nos se, às vezes, não estamos mais do lado do comportamento omisso precisamente desses justos inveterados, desses legalistas e devotos que não veem o próximo, mas acreditam ver Deus, não amam o irmão que veem, mas têm certeza de amar o Deus que não veem (cf. 1Jo 4,20); desses zelosos militantes para os quais a pertença à comunidade ou à Igreja é fonte de garantia, que os torna vendados, cegos, incapazes de ver o outro necessitado.

Então, no fim da parábola, Jesus pergunta ao perito da Lei: “Na tua opinião, qual dos três foi o próximo do homem que caiu nas mãos dos assaltantes?”. O outro responde: “Aquele que fez misericórdia” (Vulgata: “Qui fecit misericordiam”). E Jesus, portanto, conclui: “Vai e faze a mesma coisa”, isto é, “faz misericórdia”, ou seja, olha com cuidado, com discernimento, aproxima-te, faz-te próximo, sente uma compaixão visceral e faz misericórdia cuidando do necessitado.

O próximo não existe: o próximo é aquele que eu decido tornar próximo.

Fonte: https://www.ihu.unisinos.br/620213-voce-se-faz-proximo-dos-outros

  1. PROFISSÃO DE FÉ
  2. Professemos a nossa fé.

Creio em um só Deus, Pai todopoderoso, criador do céu e da terra, de todas as coisas visíveis e invisíveis. Creio em um só Senhor, Jesus Cristo, Filho Unigênito de Deus, nascido do Pai antes de todos os séculos: Deus de Deus, luz da luz, Deus verdadeiro de Deus verdadeiro, gerado, não criado, consubstancial ao Pai. Por ele todas as coisas foram feitas. E por nós, homens, e para nossa salvação, desceu dos céus: e se encarnou pelo Espírito Santo, no seio da Virgem Maria, e se fez homem. Também por nós foi crucificado sob Pôncio Pilatos; padeceu e foi sepultado. Ressuscitou ao terceiro dia, conforme as Escrituras e subiu aos céus, onde está sentado à direita do Pai. E de novo há de vir, em sua glória, para julgar os vivos e os mortos; e o seu reino não terá fim. Creio no Espírito Santo, Senhor que dá a vida e procede do Pai e do Filho e com o Pai e o Filho é adorado e glorificado: ele que falou pelos profetas. Creio na Igreja, una, santa, católica e apostólica. Professo um só batismo para remissão dos pecados. E espero a ressurreição dos mortos e a vida do mundo que há de vir. Amém.

  1. PRECES DA ASSEMBLÉIA

PR.: Irmãos e irmãs, celebrando a memória de colunas tão importantes para nós, Pedro e Paulo, elevemos nossas orações. Após cada invocação vamos responder:

Ass. Senhor escutai a nossa prece!

  1. Pela Igreja, para que sua presença em todo o mundo, seja sinal do amor de Deus, com mais solidariedade, justiça e defesa da vida, pedimos com fé.
  2. Senhor Deus, acompanhe o Papa Francisco, para que seus ensinamentos encontrem eco em todas as Igrejas locais e se tornem ações por meio de nossas pastorais, pedimos com fé.
  3. Pelas pastorais, movimentos e serviços, para que não tenham medo diante dos obstáculos e vivam com fé o seu ministério ao lado dos que necessitam, pedimos com fé.
  4. Pelas famílias de nossa comunidade, para que sejam local de culto e vivencia do amor a Deus e aos irmãos e irmãs, pedimos com fé.
  5. Tudo isto vos pedimos ó Pai, fonte de todo bem, por Cristo nosso Senhor.

Ass. Amém.

LOUVAÇÃO E AÇÃO DE GRAÇAS

  1. CANTO DAS OFERTAS

É o momento de fazer nossa oferta para manter as necessidades da comunidade, cantemos:

1- As nossas mãos se abrem mesmo  na luta e na dor

e trazem pão e vinho para esperar o Senhor

Deus ama os pobres e se fez pobre também.

    Desceu a terra e fez pousada em Belém   

2- As nossas mãos se elevam  para num gesto de amor

retribuir a vida que vem das mãos do Senhor

3- As nossa mãos se encontram na mais fraterna união

façamos deste mundo a grande casa do pão

4- As nossas mãos sofridas nem sempre tem o que dar

mais vale a própria vida de quem prossegue a lutar

  1. CONVITE À AÇÃO DE GRAÇAS
  2. Irmãos e irmãs, tendo celebrado vossa Palavra de vida, oferecemos, agora, nossa fidelidade a vossa Palavra, nossa dedicação ao vosso serviço. Jesus aparece sempre a caminho. Para estar com ele, é preciso segui-lo, caminhar a seu lado, com o mesmo ritmo, nas suas pegadas. Louvemos o Senhor que escuta a oração dos empobrecidos e liberta os oprimidos. Acolhamos o Cristo em nosso meio.

Enquanto se faz um canto, o Ministro da Eucaristia traz o pão consagrado e o coloca sobre o altar. Todos fazem uma breve inclinação.

  1. O Senhor esteja com vocês.

Ass. Ele está no meio de nós!

  1. Demos graças ao Senhor, nosso Deus.

Ass. É nosso dever e nossa salvação!

  1. ORAÇÃO DE AÇÃO DE GRAÇAS:
  2. Nós vós damos graças, ó Pai, por toda a vossa criação e por tudo o que fizestes no meio de nós, por intermédio de Jesus Cristo, vosso Filho e nosso irmão, que nos destes como imagem viva do vosso amor e de vossa bondade.

Ass. Por nós fez maravilhas, louvemos o Senhor!

  1. Envie sobre nós, aqui reunidos, o vosso Espírito e dai a esta terra que nos sustenta uma nova face. Que haja paz em nossas famílias e cresça em nossa comunidade a alegria de sermos vossos por Cristo, nosso Senhor.

Ass. Por nós fez maravilhas, louvemos o Senhor!

  1. Pela Palavra do Evangelho de vosso Filho, fazei que as Igrejas do mundo inteiro caminhem na unidade com o Papa Francisco e sejam sinais da presença do Cristo ressuscitado. Tornai esta comunidade cada vez mais sinal de vossa bondade e unida na caminhada com a Diocese sob a orientação do nosso Bispo ….

Ass. Por nós fez maravilhas, louvemos o Senhor!

  1. Ó Deus, criador do céu e da terra, os nossos louvores e as nossas preces cheguem a vós pelas mãos daquele que é nosso único mediador, Jesus Cristo, nosso Senhor.

Ass. Por nós fez maravilhas, louvemos o Senhor!

  1. Antes de participar do banquete da Eucaristia, sinal de reconciliação e vínculo de união fraterna, rezemos, juntos, como o Senhor nos ensinou:

Ass. Pai nosso…,

  1. RITO DA COMUNHÃO
  2. Irmãos e irmãs, participemos da comunhão do Corpo do Senhor em profunda unidade com nossos irmãos que, neste dia, tomam parte da Celebração Eucarística, memorial vivo da Paixão, Morte e Ressurreição de Jesus Cristo. O Corpo de Cristo será nosso alimento.
  3. Felizes os convidados para a Ceia do Senhor. Eis o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo.

Ass.  Senhor, eu não sou digno …

  1. CANTO DE COMUNHÃO

Eu vim para que todos tenha vida,

    Que todos tenham vida plenamente.

  1. Reconstrói a tua vida em comunhão com teu Senhor;

Reconstrói a tua vida em comunhão com teu irmão:

Onde está o teu irmão, eu estou    presente nele.

  1. “Eu passei fazendo o bem, eu curei todos os males”;

Hoje és minha presença junto a todo sofredor:/

Onde sofre o teu irmão, eu estou sofrendo nele.

  1. “Entreguei a minha vida pela salvação de todos”;

Reconstrói, protege a vida de indefesos e inocentes:

Onde morre o teu irmão,   eu estou morrendo nele.

  1. “Vim buscar e vim salvar o que estava já perdido”

Busca, salva e reconduze

a quem perdeu toda a esperança:

Onde salvas teu irmão, tu me  estás salvando nele.

  1. ORAÇÃO DEPOIS DA COMUNHÃO
  2. Alimentados pela vossa Eucaristia, nós vos pedimos, ó Deus, que cresça em nós a vossa salvação cada vez que celebramos este mistério. Por Cristo, nosso Senhor. Ass. Amém

RITOS FINAIS

  1. AVISOS
  2. BENÇÃO FINAL

PR: O Senhor esteja convosco.

Ass. Ele está no meio de nós.

PR: Abençoe-nos e guarde-nos o Senhor Todo Poderoso e cheio de misericórdia: Pai e Filho e Espírito Santo.

Ass. Amém!

  1. CANTO FINAL
  2. Senhor, fazei-me um instrumento de vossa paz. Onde houver ódio que eu leve o amor, onde houver ofensa que eu leve o perdão. Onde houver discórdia que eu leve a união, onde houver dúvida que eu leve a fé. Onde houver erro que eu leve a verdade, onde houver desespero que eu leve a esperança. Onde houver tristeza que eu leve a alegria, onde houver trevas que eu leve a luz.
  3. Ó Mestre, fazei que eu procure mais consolar que ser consolado, compreender que ser compreendido, amar que ser amado. Pois é dando que se recebe, é perdoando que se

é perdoado, e é morrendo que se vive para a vida eterna. (bis

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