Roteiro e reflexão Domingo da Páscoa na Ressurreição do Senhor

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Elaborado por Vasco Lagares – Diocese de Itabira/Cel. Fabriciano

 

DOMINGO DA PÁSCOA NA RESSURREIÇÃO DO SENHOR

04 DE ABRIL DE 2021

  1. REFRÃO

Ressuscitou de verdade, aleluia, aleluia,

Cristo Jesus ressuscitou, aleluia, aleluia.

RITOS INICIAIS

  1. CANTO DE ENTRADA

O Senhor ressurgiu

, — aleluia,  aleluia!

É  o  Cordeiro  Pascal, — aleluia,  aleluia!

Imolado por nós, — aleluia, aleluia! /

É o Cristo Senhor, Ele vive e  venceu, aleluia!

 

1- O  Cristo  Senhor   ressuscitou,

a   nossa    esperança    realizou:

Vencida  a  morte  para  sempre,

triunfa   a   vida   eternamente!

 

2- O Cristo remiu a seus irmãos,

ao  Pai  os  conduziu  por  sua  mão;

No Espírito Santo unida esteja

a  família  de  Deus  que  é  igreja!

 

3- O Cristo, nossa Páscoa, se imolou,

seu sangue da morte nos livrou:

Incólumes o mar atravessamos,

e pra terra prometida caminhamos!

 

  1. ACOLHIDA E SAUDAÇÃO

PR: Em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo.

ASS: Amém

PR: O Cristo Ressuscitou! Que a sua paz esteja com vocês!

ASS: Bendito seja Deus que nos reuniu no amor de Cristo.

  1. RECORDAÇÃO DA VIDA

Hoje ressoa o anúncio pascal: “O Senhor ressuscitou, a morte não tem mais poder sobre ele”. Junto com as santas mulheres, sejamos testemunhas da ressurreição.

  1. ATO PENITENCIAL

PR: No dia em que celebramos a vitória de Cristo sobre o pecado e a morte, também nós somos convidados a morrer para o pecado e a ressurgir para uma vida nova. Reconheçamo-nos necessitados da misericórdia do Pai.

PR: Senhor, nossa paz e reconciliação, tende piedade de nós.

  1. Senhor, tende piedade de nós.

PR: O Cristo, nossa vida e ressurreição, tende piedade de nós.

  1. Cristo, tende piedade de nós.

PR: Senhor, nosso perdão e nossa esperança, tende piedade de nós.

  1. Senhor, tende piedade de nós

PR: Deus de ternura e misericórdia tenha compaixão de nós, perdoe os nossos pecados, e nos conduza à vida eterna. Ass: Amém.

  1. GLÓRIA

Glória a Deus nas alturas, / e paz na terra aos homens por Ele amados. /

Senhor Deus, Rei dos céus, Deus Pai todo-poderoso. / nós vos louvamos,

nós vos bendizemos, / nós vos adoramos, nós vos glorificamos, / nós

vos damos graças por vossa imensa glória. / Senhor Jesus Cristo, Filho

Unigênito, / Senhor Deus, Cordeiro de Deus, Filho de Deus Pai. / Vós

que tirais o pecado do mundo, tende piedade de nós. / Vós que tirais o

pecado do mundo, acolhei a nossa súplica. / Vós que estais à direita do

Pai, tende piedade de nós. / Só vós sois o Santo, só vós, o Senhor, / só

vós o Altíssimo, Jesus Cristo, / com o Espírito Santo, na glória de Deus

Pai. Amém.

  1. ORAÇÃO DO DIA
  2. OREMOS: Ó Deus, por vosso Filho Unigênito, vencedor da morte, abristes hoje para nós as portas da eternidade. Concedei que, celebrando a ressurreição do Senhor, renovados pelo vosso Espírito, ressuscitemos na luz da vida nova. Por nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, na unidade do Espírito Santo. T. Amém.

LITURGIA DA PALAVRA

  1. PRIMEIRA LEITURA – At 10,34a.37-43

Dos Atos dos Apóstolos

  1. SALMO – Sl 117 (118)

Refrão:  Este é o dia que o Senhor fez para nós: / Alegremo-nos e nele

exultemos!

  1. SEGUNDA LEITURA – Cl 3, 1-4

Da Carta de São Paulo aos Colossenses

  1. SEQUÊNCIA
  2. Cantai, cristãos, afinal: / “Salve, ó vítima Pascal!” / Cordeiro inocente, o Cristo / Abriu-nos do Pai o aprisco.
  3. Por toda ovelha imolado. / Do mundo lava o pecado. / Duelam forte e mais forte: / É a vida que enfrenta a morte.
  4. O Rei da vida, cativo, / é morto, mas reina vivo! / Responde, pois, ó Maria: /

no teu caminho, o que havia?

  1. “Vi Cristo Ressuscitado, / O túmulo abandonado, / Os anjos da cor do sol, /

Dobrado ao chão o lençol.

  1. O Cristo, que leva aos céus, caminha á frente dos seus! Ressuscitou de verdade. Ó Rei, ó Cristo, piedade!
  2. ACLAMAÇÃO AO EVANGELHO

Aleluia! Aleluia! Aleluia!

  1. O nosso cordeiro pascal, Jesus Cristo, já foi imolado./ Celebremos, assim,

esta festa, na sinceridade e verdade.

  1. EVANGELHO – Jo 20,1-9

Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo a Comunidade de João.

  1. HOMILIA

Carlos Mesters e Mercedes Lopes.

ABRIR OS OLHOS PARA VER

 

As mulheres aparecem como testemunhas privilegiadas da morte, do enterro e da ressurreição de Jesus. Participantes de todo o processo da prisão, condenação, paixão, morte e ressurreição de Jesus, elas mesmas, por assim dizer, tiveram uma experiência de morte e ressurreição e, agora, dão testemunho do que viram e viveram. O testemunho nasce da experiência. A gente testemunha o que vive.

SITUANDO

Tudo se passa diante do sepulcro. As figuras centrais são as mulheres. Elas são testemunhas não só da morte de Jesus (Mc 15,40-41), mas também do lugar onde Jesus foi enterrado (Mc 15,42-47). E de madrugada, saindo de casa para ungir o corpo de Jesus (Mc 16,1-2), são testemunhas também da sua ressurreição (Mc 16,3-6) e são enviadas para testemunhar e anunciar a ressurreição aos outros (Mc 16,7-8).

Aqui, a fé na ressurreição brota dos próprios acontecimentos através do testemunho das mulheres e revela o desafio permanente que esta fé representa para nós no dia-a-dia da nossa vida. O que significa crer na ressurreição para quem vive ameaçado de morte ou para quem vive totalmente sem futuro? E para quem vive desanimado numa depressão permanente, sem possibilidade de cura, desenganado pelos médicos, é fácil crer na ressurreição? Como crer na ressurreição numa sociedade violenta, marcada pela exploração, onde o povo vive desempregado, ou numa terra onde  muitos passam fome e onde, em vez de melhorar, as coisas pioram? Este é o grande desafio da nossa fé!

COMENTANDO

Marcos 16,1-3: Elas saem de madrugada para ungir o corpo

Novamente, Marcos oferece uma informação com muitos detalhes: hora, lugar, pessoas, dificuldade para tirar a pedra. Estes detalhes sugerem que as mesmas três mulheres são pessoas de confiança para testemunhar a ressurreição. A fé na ressurreição não foi fruto da fantasia, mas algo totalmente inesperado. Elas estavam convencidas de que Jesus estava morto, pois iam para o túmulo para ungi-lo.

Marcos 16,4-6: Elas testemunham a ressurreição e a vida nova

Quando chegam, vêem que a pedra já tinha sido retirada. Entrando dentro do sepulcro, encontram um jovem que lhes anuncia que Jesus está vivo. Ouvindo a notícia da ressurreição de Jesus, elas mesmas ressuscitam por dentro. Tudo isto reflete a profunda experiência de morte e ressurreição pela qual elas mesmas passaram e que era a experiência das comunidades: “Jesus está vivo! Ele ressuscitou!” Elas se tornam testemunhas qualificadas da ressurreição de Jesus.

Marcos 16,7-8: Elas são enviadas para testemunhar a ressurreição

Elas recebem a ordem ou a ordenação de levar a Boa Notícia da Ressurreição para os discípulos que tinham fugido. O anjo dizia: “Vão dizer aos seus discípulos e a Pedro que ele vai na frente deles na Galiléia. Lá vocês vão vê-lo como ele mesmo tinha dito”. Na Galiléia, à beira do lago, onde tudo tinha começado, é lá que vai recomeçar tudo de novo. É Jesus que convida! Ele não desiste, nem mesmo diante da desistência dos discípulos! Marcos diz que elas não contaram nada a ninguém pois tinham medo. No que segue (Mc 19,9-14), transparece que elas não se calaram. Testemunharam e falaram, mas não foram levadas a sério pelos discípulos.

Aparecendo às mulheres e dando-lhes a ordem ou a ordenação de anunciar a ressurreição aos discípulos (Mt 28,9-10), Jesus subverte o sistema de vida da época. Numa sociedade onde as mulheres eram marginalizadas da vida pública e nem podiam depor como testemunhas nos tribunais, Jesus pede a todos para crer no testemunho de ressurreição dado pelas mulheres.

Como vimos na introdução, o Evangelho de Marcos foi escrito para ser lido, todo inteiro, na noite de Páscoa por ocasião do batizado dos novos membros da comunidade. O ambiente era de alegria e de ressurreição, onde não havia espaço para  medo e temor. Os cristãos iam escutando a narração da Boa Nova, que, de propósito, terminava com esta frase: “Saindo elas, fugiram do sepulcro, porque estavam possuídas de temor e de assombro, e de medo, não disseram nada a ninguém” (Mc 16,8). Era a frase final, a última, com que Marcos terminava a sua narração sobre Jesus. Naquele ambiente alegre e ressuscitado da noite de Páscoa, a reação espontânea da comunidade era esta: “Medo de que, agora que Jesus ressuscitado está aqui no nosso meio?” Muito provavelmente, terminada a leitura, todos devem ter iniciado um canto de louvor e de agradecimento, como costumamos fazer até hoje, quando termina a leitura do Evangelho.

ALARGANDO

As discípulas de Jesus: SEGUIR, SERVIR, SUBIR

Marcos deixa entrever de forma surpreendente, as mulheres que seguiam e serviam a Jesus enquanto ele esteve na Galiléia e que houve ainda muitas outras que subiram com ele até Jerusalém. A presença das mulheres no grupo que seguia Jesus, vivendo o seguimento em igualdade de condições, nem sempre foi vista com clareza. Talvez porque nossos olhos estavam opacos, como os dos discípulos de Emaús (Lc 24,13-35). No entanto, o despertar da mulher e sua busca para abrir espaços de participação na sociedade e nas igrejas nos ajudam a enxergar esse fato com clareza. Com a luz que nos vem da luta das mulheres, hoje, conseguimos perceber as discípulas que seguiram Jesus desde quando ele estava na Galiléia e percebemos este fato como um sinal do Reino de Deus presente naquela realidade, como uma pequenina luz que anuncia um tempo novo e denuncia a sociedade patriarcal excludente.

Marcos usa três palavras para definir o relacionamento das mulheres com Jesus: Seguir! Servir! Subir! Elas “seguiam e serviam” a Jesus e, junto com “muitas outras, subiram com ele para Jerusalém” (Mc 15,41). São as três palavras que definem o discípulo ou a discípula ideal. Elas são modelo para os outros discípulos que tinham fugido!

SEGUIR: descreve o chamado de Jesus e a decisão dos discípulos (Mc 1,18). Esta decisão implica deixar tudo e correr o risco de ser executado (Mc 8,34;10,28).

SERVIR: mostra que elas são verdadeiras discípulas, pois o serviço é a característica principal do discipulado e do próprio Jesus (Mc 10,42-45).

SUBIR: mostra que elas são testemunhas qualificadas da morte e ressurreição de Jesus, pois, como os discípulos, elas o acompanharam desde a Galiléia até Jerusalém (At 13,31).

Testemunhando a ressurreição de Jesus, testemunham também o que elas mesmas viram e experimentaram: a morte e a ressurreição. É a experiência do nosso batismo. “Pelo batismo fomos sepultados com Jesus na morte, para que, assim como Cristo foi ressuscitado dos mortos por meio da glória do Pai, assim também nós possamos caminhar numa vida nova” (Rm 6,4). Pelo batismo, todos nós participamos da morte da ressurreição de Jesus.

  1. PROFISSÃO DE FÉ
  1. PRECES DA COMUNIDADES
  2. Caríssimos irmãos e irmãs em Cristo: neste dia santíssimo da Ressurreição do Senhor, oremos ao Pai para que a alegria da Páscoa se estenda ao mundo inteiro, dizendo com fé:
  3. Jesus Cristo, Filho de Deus Vivo, atendei a nossa prece!
  4. Senhor, olhai pela Igreja, para seja sinal da salvação para todos os povos, rezemos.
  5. Senhor, neste tempo favorável, fortalecei em nossas comunidades a busca pela justiça e a superação das desigualdades, rezemos.
  6. Senhor, acompanhai com vossa presença, todas as pessoas que estão trabalhando para a superação da fome e acolhendo os enfermos, rezemos.

 

Preces espontâneas…

Pres. Tudo isso vos pedimos, ó Pai, por Cristo Ressuscitado.

  1. Amém.

É o momento de trazer nossa oferta material para a manutenção das atividades de nossa comunidade

  1. CANTO DAS OFERTAS

Eu creio num mundo novo

Pois Cristo ressuscitou

Eu vejo sua luz no povo

Por isso alegre sou

 

  1. Em toda pequena oferta

Na força da união

No pobre que se liberta

Eu vejo ressurreição

 

  1. Na mão que foi estendida

No dom da libertação

Nascendo uma nova vida

Eu vejo ressurreição

 

  1. Nas flores oferecidas e

Quando se dá perdão

Nas dores compadecidas

Eu vejo ressurreição

 

  1. Nos homens que estão unidos

Com outros partindo o pão

Nos fracos fortalecidos

Eu vejo ressurreição

 

  1. Na fé dos que estão sofrendo

No riso do meu irmão

Na hora em que está morrendo

Eu vejo ressurreição

LOUVAÇÃO E AÇÃO DE GRAÇAS

  1. CONVITE À AÇÃO DE GRAÇAS

Pres. Trazendo o pão consagrado à mesa, demos graças a Deus pela salvação operada através da Ressurreição de seu Filho, e que se faz presente no meio de nós. O Ministro deposita sobre o altar a Eucaristia enquanto a comunidade canta:

Após o canto, quem preside canta, e a assembléia, repete (a parte em negrito):

AÇÃO DE GRAÇAS

Para nós é um prazer / bendizer-te, ó Senhor,

celebrar o teu amor / por Jesus teu bem-querer! (bis)

 

Te louvamos, ó Senhor, / pela nossa humana história,

que revela tua glória, / teu poder libertador. (bis)

 

Pois é ele a nossa páscoa, / O Cordeiro imolado,

por quem fomos libertados  / para a vida que não passa! (bis)

 

Em sua morte a nossa morte / para sempre redimida

vida nova ressurgida / garantida a nossa sorte. (bis)

 

Transbordando de alegria / toda a nossa louvação

Viva a nova criação / nova páscoa, plena vida.(bis)

 

Finalmente a nossa boca, / inspirada por teu Filho,

e seguindo o seu ensino, / o teu santo nome invoca: (bis)

 

AS: Pai Nosso…

  1. RITO DA COMUNHÃO

Pres. Relembrando de Jesus que, muitas vezes, reuniu-se com os seus para comer e beber, revelando que o teu reino havia chegado, nós também nos alegramos com Ele nesta mesa. E tomando o pão consagrado, acrescenta:

Assim disse Jesus: “Se alguém ouvir a minha voz e abrir a porta, entrarei em sua casa e comerei com ele e ele comigo”. (Ap 3,20)

  1. Senhor, eu não sou digno …

 

20.. CANTO DE COMUNHÃO

  1. A mesa tão grande e vazia de amor e de paz – de paz! / Aonde há luxo de alguns alegria não há – jamais! / A mesa da Eucaristia nos quer ensinar – á, á / que a ordem de Deus, nosso Pai, é o pão partilhar.

Ref.: Pão em todas as mesas, / da Páscoa a nova certeza: / a festa haverá / e o povo a cantar, aleluia! (2x)

  1. As forças da morte: a injustiça e a ganância de ter – de ter. / Agindo naqueles que impedem ao pobre a viver – viver. / Sem terra, trabalho e comida, a vida não há – não há. / Quem deixa assim e não age, a festa não vai celebrar.
  2. Irmãos, companheiros na luta, vamos dar as mãos – as mãos. / Na grande corrente do amor, na feliz comunhão! – irmãos! / Unindo a peleja e a certeza, vamos construir – aqui / na terra o projeto de Deus: / todo o povo a sorrir!
  3. Que em todas as mesas do pobre, haja festa de pão – de pão. / E as mesas dos ricos, vazias, sem concentração – de pão! / Busquemos aqui, nesta mesa do Pão redentor – do céu, / a força e a esperança que anima o povo de Deus!
  4. Bendito o Ressuscitado, Jesus vencedor – ô, ô, / o pão partilhado, a presença Ele nos deixou – deixou! / Bendita é a vida nascida de quem se arriscou – ô, ô, / na luta pra ver triunfar, neste mundo, o amor!
  1. ORAÇÃO DEPOIS DA COMUNHÃO

Pres. Oremos. Guardai, ó Deus, a vossa Igreja sob a vossa constante proteção para que, renovados pelos sacramentos pascais, cheguemos à luz da ressurreição. Por Cristo, nosso Senhor.

  1. Amém

RITOS FINAIS

  1. AVISOS
  1. BENÇÃO FINAL

PR.: Que o Deus todo-poderoso vos abençoe nesta solenidade pascal e vos proteja contra todo pecado.

AS.: Amém.

PR.: Aquele que nos renova para a vida eterna, pela ressurreição de seu

Filho vos enriqueça com o dom da imortalidade.

AS.: Amém.

PR.: E vós que, transcorridos os dias da paixão do Senhor, celebrais com

alegria a festa da Páscoa, possais chegar exultantes à festa das eternas alegrias.

AS.: Amém.

PR.: Abençoe-vos Deus todo poderoso, Pai e Filho † e Espírito Santo.

PR.: Ide em paz, e o Senhor vos acompanhe, aleluia, aleluia!

AS.: Graças a Deus, aleluia, aleluia!

  1. CANTO FINAL

Novo sol brilhou, a vida superou sofrimento, dor e morte, tudo enfim.

Nosso olhar se abriu, Deus mesmo se incumbiu de tomar-nos pela mão assim.

O Deus de amor jamais se descuidou,

em seu vigor,    Jesus ressuscitou,

Estender a mão, abrir o coração, acolher, compartilhar e perdoar.

É fazer o céu cumprir o seu papel já na terra tem que vigorar.

 

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