Roteiro e reflexão 33º Domingo do Tempo Comum

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Elaborado por Vasco Lagares – Diocese de Itabira Cel. Fabriciano

14 de Novembro de 2021

DIA MUNDIAL DO POBRE

 

RITOS INICIAIS

Preparar algo que lembre a realidade dos pobres, as ações que desenvolvemos, o sonho de Deus para esta parcela de nossa gente.

  1. REFRÃO MEDITATIVO

Igualdade, fraternidade, nesta mesa nos ensinais. /:As lições que melhor educam, na eucaristia é que nos dais!

  1. CANTO DE ENTRADA

Javé, o Deus dos pobres, do povo sofredor, aqui nos reuniu pra cantar o seu louvor. Pra nos dar esperança e contar com sua mão na construção do reino, reino novo, povo irmão.

  1. Sua mão sustenta o pobre, Ninguém fica ao desabrigo, Dá sustento a quem tem fome. Com a fina flor do trigo.
  2. Alimenta os nossos sonhos, Mesmo dentro da prisão. Ouve o grito do oprimido, Que lhe toca o coração.
  3. Cura os corações feridos, Mostra ao forte o seu poder, Dos pequenos é a defesa, Deixa a vida florescer.

 

  1. ACOLHIDA E SAUDAÇÃO

PR.Bem-vindos à Casa do Pai! Iniciemos este nosso encontro de irmãos:Em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo. Ass. Amém.

PR.A graça e a paz de Deus nosso Pai, o amor deJesus Cristo e a santificação o Espírito Santo estejam conosco.

Ass.Bendito seja Deus que nos reuniu noamor de Cristo.

  1. RECORDAÇÃO DA VIDA

“Sempre tereis pobres entre vós” (Mc 14, 7). É com esta frase de Jesus, diante da reação de alguns a um gesto de carinho e solidariedade de uma mulher anônima, que o Papa Francisco nos convida a celebrar mais uma Jornada Mundial dos Pobres. Já se vão cinco anos em, no mês de novembro, somos convidados a uma atitude que deve nos marcar diariamente, sem interrupção: a prática do amor, da caridade, da solidariedade, como resposta à indiferença diante do sofrimento alheio.

  1. ATO PENITENCIAL

PR.Irmãos e irmãs, reconheçamos as nossas culpas para celebrarmos dignamente os santos mistérios. (silencio)

PR: Senhor, que proclamais os pobres como bem-aventurados e herdeiros do Reino dos Céus, tende piedade de nós.

Ass. Senhor, tende piedade de nós.

PR: Cristo, que vos fizestes pobre para nos enriquecer com sua pobreza, tende piedade de nós.

Ass. Cristo, tende piedade de nós.

PR: Senhor, que nos convidais a nos amarmos não apenas com palavras, mas, acima de tudo, com nossas obras, tende piedade de nós.

Ass. Senhor, tende piedade de nós.

PR: Deus todo-poderoso tenha compaixão de nós, perdoe os nossos pecados e nos conduza à vida eterna.

Ass. Amém.

  1. GLÓRIA

Glória a Deus nas alturas, e paz na terra aos homens por Ele amados.

Senhor Deus, rei dos Céus, Deus Pai todo-poderoso:

nós vos louvamos, nós vos bendizemos, nós vos adoramos,

nós vos glorificamos, nós vos damos graças por vossa imensa glória.

Senhor Jesus Cristo, Filho Unigênito, Senhor Deus, Cordeiro de Deus,

Filho de Deus Pai. Vós que tirais o pecado do mundo,tende piedade de nós.

Vós que tirais o pecado do mundo, acolhei a nossa súplica.

Vós que estais à direita do Pai,tende piedade de nós.

Só vós sois o Santo, só vós, o Senhor, só vós, o Altíssimo, Jesus Cristo,

com o Espírito Santo, na glória de Deus Pai. Amém.

  1. ORAÇÃO DO DIA

PR.OREMOS:Senhor nosso Deus, fazei que a nossa alegria consista em vos servir de todo o coração, pois só teremos felicidade completa, servindo a vós, o

criador de todas as coisas. Por nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, na unidade do Espírito Santo. Ass. Amém.

LITURGIA DA PALAVRA

  1. PRIMEIRA LEITURA – Dn 12,1-3

Da Profecia de Daniel

  1. SALMO – 15(16)

Refrão: Guardai-me, ó Deus, porque em vós me refúgio!

  1. SEGUNDA LEITURA– Hb 10,11-14.18

Da Carta aos Hebreus

  1. ACLAMAÇÃO AO EVANGELHO

Aleluia, Aleluia, Aleluia.

É preciso vigiar e ficar de prontidão; em que dia o Senhor há de vir, não sabeis, não!

  1. EVANGELHO – Mc 13,24-32

Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo a Comunidade de Marcos

  1. HOMILIA

Publicamos aqui o comentário do monge italiano Enzo Bianchi, fundador da Comunidade de Bose, sobre o Evangelho deste 33º Domingo do Tempo Comum, 14 de novembro (Mc 13,24-32). A tradução é de Moisés Sbardelotto.

 

Eis o texto.

 

Com este domingo, termina a leitura cursiva do Evangelho segundo Marcos, que escutamos na assembleia dominical ao longo de todo o Ano Litúrgico B.

As palavras de Jesus sobre as quais meditamos hoje são aquelas pronunciadas por ele nos últimos dias da sua vida, antes da paixão e morte; palavras dirigidas por ele no Monte das Oliveiras aos quatro discípulos da primeira hora (cf. Mc 1,16-20), os mais próximos dele: PedroTiagoJoão e André (cf. Mc 13,3).

O chamado “discurso escatológico” é muito longo – ocupa todo o capítulo 13 – e quer ser uma resposta à pergunta sobre o tempo posterior à história terrena de Jesus: o que acontecerá? Servindo-se de ideias e imagens tiradas dos livros proféticos, Jesus anuncia que o templo de Jerusalém, que se erguia majestoso diante dele e dos discípulos, entrará em ruínas (Mc 13,2), que haverá eventos que causarão grande sofrimento aos humanos (cf. Mc 13,5-23) e que no fim – é o tema do nosso trecho – o Filho do homem virá na sua glória para realizar o juízo último e definitivo (cf. Mt 25,31-46).

Esse discurso de Jesus é uma mensagem em uma linguagem codificada, segundo o gênero apocalíptico, uma linguagem que quer ser reveladora, profética, mesmo que às vezes seja obscura, de difícil interpretação.

Nós lemos apenas a sua parte final, justamente, o anúncio da vinda gloriosa do Messias, quando ocorrerá a destruição do templo e terá passado o tempo da história, na qual guerras, calamidades e perseguições se farão dolorosamente presentes na vida de homens e mulheres (como vemos desde que o mundo é mundo…).

Depois da terrível prova que investirá contra toda a humanidade, o povo de Israel e a Igreja do Senhor, haverá uma subversão de toda a estrutura do universo criado. Não nos deixemos espantar pelas palavras de Jesus, mas atemorizar sim, porque elas revelam a “verdade” deste mundo que Deus criou, quis e sustentou, mas que terá um termo, um fim: assim como há um fim pessoal, a morte, assim também haverá um fim deste mundo.

Jesus quer falar sobre esses eventos para revelar uma realidade de traços indescritíveis. A criação sofrerá um processo de de criação, poderíamos dizer um retorno ao “no princípio” (cf. Gn 1,1-2), mas em vista de uma nova criação, de um mundo novo, com céus e terra novos (cf. Is 65,17; 66,22; 2Pe 3,13; Ap 21,1).

Essas imagens não querem significar destruição, decomposição, desaparecimento da matéria, mas sim o fim das atuais estruturas da criação, às lidas com o sofrimento, o mal e a morte, para uma recriação, uma transfiguração que não conseguimos sequer imaginar.

Eis, então, as imagens apocalípticas, inspiradas por fenômenos que o ser humano contempla, mas que são transitórios, portanto não destruidores da vida: o sol que eclipsa definitivamente, a lua que perde a sua luz, as estrelas que caem do céu… Imagens evocadoras da fragilidade da estrutura do nosso universo, que não é eterno, que – como as ciências também nos asseguram – teve um início e terá um fim.

No entanto, esse universo, que aos olhos daqueles que creem no Senhor Jesus “geme e sofre as dores de parto” (Rm 8,22), é um universo desejado por Deus e que Deus salvará, transfigurando-o em morada do Seu Reino.

É precisamente nessa “crise” cósmica que se manifestará o Filho do homem, fará a sua segunda parusia de modo glorioso, vindo dos céus, na luz definitiva que vencerá as trevas para sempre: “Então verão o Filho do homem vir nas nuvens, com grande poder e glória” (cf. Dn 7,13-14). Repito: a vinda final do Senhor não nega a história, mas quer transfigurar o nosso mundo.

Mas, na verdade, quem pode descrever esse evento? Os cristãos pintaram ou representaram em mosaicos nas absides das igrejas Aquele que vem na glória, sentado no arco-íris, juiz de todo o universo, Pantokrátor (2Cor 6,18; Ap 1,8; 4,8 etc.), ou seja, Aquele que mantém todas as coisas unidas; mas, ao fazer isso, tiveram que se inspirar na parusia, na entrada gloriosa dos reis e dos imperadores, revestindo o Filho de Deus e Filho do homem com traços de uma glória humana.

Na realidade, não sabemos em que forma contemplaremos o Senhor que vem; só podemos dizer que, então, todos o reconheceremos, mesmo aqueles que, durante a sua vida, nunca o reconheceram no faminto, no sedento, no doente, no estrangeiro, no prisioneiro, no nu (cf. Mt 25,31-46). Mesmo aqueles que transpassaram Jesus ou transpassaram o pobre, a vítima, então o reconhecerão, baterão no próprio peito (Ap 1,7) e entenderão que os ferimentos infligidos no outro, no irmão ou na irmã eram feridas que chegavam ao Senhor, que agora se mostra juiz misericordioso, mas temível.

Aquela também será a hora da reunião de todos os eleitos, os justos, aqueles que viveram exercendo a confiança no outro, esperando junto com os outros, amando quem estava ao seu lado e, com o seu comportamento, tornavam próximo, vizinho. Os filhos de Deus dispersos serão finalmente uma comunhão, que não conhecerá mais nem a morte, nem o mal, nem o pecado (cf. Is 35,10; Ap 21,4).

Quando isso acontecerá (cf. Mc 13,4)? Em um dia que ninguém conhece, mas é um dia certo, é uma promessa de Deus que se realizará. Não é o “quando” que importa, mas sim a certeza confiante de um futuro orientado pela promessa do Senhor: “Eu venho logo!” (Ap 22,20). Os discípulos de Jesus, portanto, não devem perguntar “quando?”, mas devem se perguntar se eles mesmos estarão prontos para acolher aquele evento da parusia como salvação, se serão capazes de se alegrar diante da vinda do Filho do homem, se terão sabido esperar com perseverança naquela hora: uma hora que é um segredo, porque nem mesmo o homem Jesus a conhecia, e nem mesmo os anjos, mas só o Pai.

Por isso, as pessoas que creem devem aprender a observar a história com espírito de discernimento, lendo os “sinais dos tempos”. Jesus, aliás, tinha constatado isso, com um certo estupor que é também uma exortação: “Vocês sabem prever o tempo, mas não são capazes de interpretar os sinais dos tempos?” (Mt 16,3). Pergunta que sempre nos intriga e acende a nossa responsabilidade, questionando o nosso discernimento…

A vinda do Filho do homem será como o verão que os agricultores sabem prever, olhando principalmente para a figueira: quando a figueira, para que a linfa suba, suaviza os seus ramos, e se abrem as gemas que ficaram fechadas durante todo o inverno, então o verão está prestes a começar. Assim, se a pessoa que crê sabe ler a história, aderindo à realidade cotidiana da vida humana e escutando a palavra de Deus que sempre ressoa no seu “hoje” (Sl 95,7), então estará pronto para a hora da vinda temível e misericordiosa do Senhor.

Trata-se – como se lê na conclusão do discurso (cf. Mc 13,33-37), aquela com que abrimos o ano litúrgico, no 1º Domingo do Advento – de vigiar, de permanecer vigilantes, despertos, capazes de exercer a inteligência para discernir e de não ser encontrados adormecidos ou espiritualmente atordoados…

Será o fim? Sim, mas esse fim traz um nome: é o Senhor Jesus Cristo, Filho do homem e Filho de Deus, homem e Deus que veio ao mundo, a partir do Deus que era (cf. Fl 2,6), para se fazer homem, e que virá na glória para que o ser humano se torne Deus. Então, finalmente, Deus será tudo em todos (cf. 1Cor 15,28): toda a humanidade será em Deus, e cada um de nós será o Filho de Deus.

Fonte: http://www.ihu.unisinos.br/614435-o-senhor-vem-logo-ainda-cremos-nisso

  1. PROFISSÃO DE FÉ

PR.:Professemos a nossa fé. Creio…

  1. PRECES DA ASSEMBLÉIA

PR.: Irmãos e irmãs, oremos a Deus nosso Pai,que nos faz conhecer a sua vontadeatravés da história do mundo e dos homens e mulheres, e digamos

Ass. Senhor, escutai a nossa prece!

L.Para que a nossa Diocese, nossa paróquia e movimentos e serviços sejam confirmados na fé, no segmento do pontificado do Papa Francisco, nós vos pedimos:

L.Para que os responsáveis pelo governo de nosso País desenvolvam com zelo e justiça o bem comume promovam os direitos dos cidadãos mais necessitados,nós vos pedimos:

L.Pelos que se entregam ao serviço dos mais pobres,para que o Senhor lhes dê o seu Espíritoe a perseverança nas dificuldades,nós vos pedimos:

L.Pelos doentes que mais sofrem,para que encontrem alívio na misericórdia de Cristoe na dedicação dos que os tratam e assistem,nós vos pedimos:

PR.:Senhor nosso Deus, ouvi as preces queVos dirigimos com fé, conduzi-nos à bem-aventurançaceleste. Por Cristo nosso Senhor.

Ass. Amém.

LOUVAÇÃO E AÇÃO DE GRAÇAS

  1. CANTO DAS OFERTAS

É o momento de fazer nossa oferta para manter as necessidades da comunidade, cantemos:

Esta mesa nos ensina:/ Todo o bem que a gente alcança/ em comum devemos pôr. / O remédio, a medicina, / pão e vinho e segurança//: Alegria, fé e amor://

1- Meu irmão eu vi plantar, / meu irmão nos fez o pão. / Mas na hora do jantar/ não chamaram meu irmão.

2- Minha irmã trabalhadora, / é operária e mãe também. / sai de casa o filho chora, / fica em casa o pão não vem.

3- Meu irmão pagou imposto, / para a vida melhorar. / Mas não tem doutor nem posto, / porque é pobre o seu lugar.

  1. CONVITE À AÇÃO DE GRAÇAS

PR.Irmãos e irmãs, vamos juntos dargraças a Deus, repartindo o Pão Consagrado, em memória de Jesus que seencontra em nossa mesa e nos dá o

seu perdão. Cantemos acolhendo o Pão Eucarístico.

Enquanto se faz um canto, o Ministro da Eucaristia traz o pão consagrado e o coloca sobre o altar. Todos fazem uma breve inclinação.

 

  1. O Senhor esteja com vocês.

Ass. Ele está no meio de nós!

  1. Demos graças ao Senhor, nosso Deus.

Ass. É nosso dever e nossa salvação!

  1. ORAÇÃO DE AÇÃO DE GRAÇAS:

PR.Irmãos e Irmãs, louvemos a Deus por seu grande amor por nós. Ele nos cumula de dons, carismase ministérios para o bem e a edificação do seu Reino. Com estes dons, nos reconhecemos como filhos amados e podemos servir os irmãos e irmãsmais necessitados. A solidariedade, justiça e pazacontecem por mãos que receberam e sabem partilhar.

Ass. Nós te damos muitas graças, te rogamos, ó Senhor.

PR.Nós te damos graças, ó Deus da vida,porque neste dia santo de domingo

nos acolhes na comunhão do teu amore renovas nossos corações com a alegria daressurreição de Jesus para o cuidado com os nossos irmãos e irmãs mais empobrecidos.

Ass. Nós te damos muitas graças,te rogamos, ó Senhor.

PR.Esta comunidade aqui reunidarecorda a vitória de Jesus sobre a morte,escutando a sua Palavra e dando graças,na esperança de ver o novo céu e a nova terra,onde não haverá mais fome, nem morte, nem dor,e onde viveremos na plena comunhão do teu amor.

Ass. Nós te damos muitas graças, te rogamos, ó Senhor.

PR.Envia sobre nós o teu Espírito,apressa o tempo da vinda do teu reino,e recebe o louvor de todo o universoe de todas as pessoas que te buscam.

Ass. Nós te damos muitas graças, te rogamos, ó Senhor.

PR.Ó Deus, criador do céu e da terra, os nossos louvores e as nossas preces cheguem a vós pelas mãos daquele que é nosso único mediador, Jesus Cristo, nosso Senhor, por quem oramos com as palavras que ele nos ensinou:

Ass. Pai nosso…,

  1. RITO DA COMUNHÃO

PR.Irmãos e irmãs, participemos da comunhão do Corpo do Senhor em profunda unidade com nossos irmãos que, neste dia, tomam parte da Celebração Eucarística, memorial vivo da Paixão, Morte e Ressurreição de Jesus Cristo. O Corpo de Cristo será nosso alimento.

PR.Felizes os convidados para a Ceia do Senhor. Eis o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo.

Ass:  Senhor, eu não sou digno …

  1. CANTO DE COMUNHÃO
  2. Se calarem a voz dos profetas, as pedras falarão. Se fecharem uns poucos caminhos, mil trilhas nascerão.

Refrão: Muito tempo não dura a verdade nestas margens estreitas demais. Deus criou o infinito pra vida ser sempre mais.É Jesus este pão de igualdade. Viemos pra comungar com a luta sofrida do povo que quer ter voz, ter vez, lugar. Comungar é tornar- se um perigo viemos pra incomodar. Com a fé e união nossos passos um dia vão chegar!

  1. O Espírito é vento incessante, que nada há de prender. Ele sopra até no absurdo que a gente não quer ver.
  2. No banquete da festa de uns poucos, só rico se sentou. Nosso Deus fica ao lado dos pobres, colhendo o que sobrou.
  3. Toda luta verá o seu dia nascer da escuridão. Ensaiamos a festa e a alegria fazendo a comunhão.

 

  1. ORAÇÃO DEPOIS DA COMUNHÃO

PR.Tendo recebido em comunhão oCorpo e o Sangue do vosso Filho,concedei, ó Deus, possa esta Eucaristia,que ele mandou celebrar em suamemória, fazer-nos crescer em caridade.Por Cristo, nosso Senhor. Ass. Amém

RITOS FINAIS

  1. AVISOS
  1. BENÇÃO FINAL

PR:O Senhor esteja convosco.

Ass. Ele está no meio de nós.

PR:Ó Deus, sede compassivo para com vosso povoe não falte vossa ajuda, nesta vida, aos que lutampela vida eterna. Abençoe-nos e guarde-nos o Deus

rico em misericórdia: Pai e Filho e Espírito Santo.

Ass. Amém.

PR:A alegria do Senhor seja a vossa força; ide empaz e o Senhor vos acompanhe.

Ass. Graças a Deus

  1. CANTO FINAL
  2. Quando o dia da paz renascer. Quando o sol da esperança brilhar. Eu vou cantar! Quando o povo nas ruas sorrir, e a roseira de novo florir, eu vou cantar!

Ref.: /:Vai ser tão bonito se ouvir a canção, cantada de novo. No olhar da gente a certeza do irmão. Reinado do povo.:/

  1. Quando as cercas caírem no chão. Quando as mesas se encherem de pão, eu vou cantar! Quando os muros que cercam os jardins, destruídos, então os jasmins vão perfumar.
  2. Quando as armas da destruição, destruídas em cada nação, eu vou cantar! E o decreto que encerra a opressão, assinado só no coração, vai triunfar.
  3. Quando a voz da verdade se ouvir, e a mentira não mais existir, será, enfim, tempo novo de eterna justiça. Sem mais ódio, sem sangue ou cobiça: Vai ser assim!

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