Roteiro e reflexão 31º Domingo do Tempo Comum

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Elaborado por Vasco Lagares – Diocese de Itabira/Cel. Fabriciano

RITOS INICIAIS

Preparar algo que lembre a temática do Mês Missionário. Em cada domingo, pode ser recordado alguma ação missionária.

  1. REFRÃO MEDITATIVO

Igreja santa e missionária,

os teus caminhos eu antes palmilhei,

Ao céu unida, e solidária,

mais, sempre mais, colherás o que eu plantei!

 

  1. CANTO DE ENTRADA

Venham trabalhar na minha vinha

Dilatar meu reino entre as nações

Convidar meu povo ao banquete

Quero habitar nos corações

Unidos pela força da oração

Ungidos pelo espírito da missão

Vamos juntos construir

Uma igreja em ação

Venham trabalhar na minha vinha

Espalhar na terra o meu amor

Muitos não conhecem a Boa Nova

Vivem como ovelhas sem pastor

 

Venham trabalhar na minha vinha

Com fervor meu nome proclamar

Que ninguém se queixe ao fim do dia

Ninguém me chamou a trabalhar

  1. ACOLHIDA E SAUDAÇÃO

PR.Iniciemos este nosso encontro de irmãos:Em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo. Ass. Amém.

PR.A Graça e a paz de Deus, nosso Pai, do Senhor Jesus Cristo, nosso redentor, e do Espírito Santo,nossa força, estejam sempre convosco.

Ass. Bendito seja Deus que nos reuniu no amor de Cristo.

  1. RECORDAÇÃO DA VIDA

Encerramos hoje o mês dedicado às missões. Sendo a missão algo inerente ao ser Cristão, esta atividade é fonte do amor que devemos dedicar a Deus e aos irmãos e irmãs. É necessário nos deixarmos guiar pelo Espirito Santo, ouvir atentamente o grito dos que sofrem, e assim, promovermos o cuidado, ação concreta de nosso amor.

  1. ATO PENITENCIAL

PR.Irmãos e irmãs, reconheçamos as nossas culpas para celebrarmos dignamente os santos mistérios. (silencio)

PR: Confessemos os nossos pecados.

C.Senhor, que viestes salvar os corações arrependidos.

Ass. Piedade, piedade, piedade de nós.

C.Ó Cristo, que viestes chamar os pecadores humilhados.

Ass. Piedade, piedade, piedade de nós.

C.Senhor, que intercedeis por nós junto a Deus Pai que nos perdoa.

Ass. Piedade, piedade, piedade de nós.

PR: Deus todo-poderoso tenha compaixão de nós, perdoe os nossos pecados e nos conduza à vida eterna.

Ass. Amém.

  1. GLÓRIA
  2. Glória a Deus nos altos céus! Paz na terra a seus amados! A vós louvam,rei celeste, os que foram libertados.

Ref.: Glória a Deus lá nos céus, e paz aos seus. Amém!

  1. Deus e Pai, nós vos louvamos, adoramos, bendizemos; damos glória ao vosso nome,vossos dons agradecemos.
  2. Senhor nosso, Jesus Cristo, unigênito do Pai, vós, de Deus cordeiro santo, nossas culpas perdoai!
  3. Vós, que estais junto do Pai como nosso intercessor, acolhei nossos pedidos, atendei nosso clamor!
  4. Vós somente sois o santo, o altíssimo, o Senhor, com o Espírito Divino, de Deus Pai no esplendor!

 

  1. ORAÇÃO DO DIA

PR.OREMOS:Ó Deus de poder e misericórdia, que concedeis a vossos filhos e filhas a graça de vos servir como devem, fazei que corramos livremente ao encontro das vossas promessas. Por nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, na unidade do Espírito Santo. Ass. Amém.

LITURGIA DA PALAVRA

  1. PRIMEIRA LEITURA – Dt 6,2-6

Do Livro do Deuteronômio

  1. SALMO – Sl 17(18)

Refrão: Eu vos amo, ó Senhor, porque sois minha força!

  1. SEGUNDA LEITURA– Hb 7,23-28

Da Carta aos Hebreus

  1. ACLAMAÇÃO AO EVANGELHO

Aleluia, Aleluia, Aleluia.

Quem me ama realmente guardará minha palavra, e meu Pai o amará, e a ele nós viremos.

  1. EVANGELHO – Mc 12,28b-34

Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo a Comunidade de Marcos

  1. HOMILIA

O Evangelho deste domingo situa-nos já em Jerusalém, no centro da cidade onde vão dar-se os últimos passos desse caminho que Jesus vem percorrendo, com os discípulos, desde a Galileia.
O ambiente é tenso. Algum tempo antes, Jesus expulsara os vendilhões do Templo (cf. Mc 11,15-18), acusando os líderes judaicos de terem feito da “casa de Deus um covil de ladrões”; logo de seguida, contara a parábola dos vinhateiros homicidas (cf. Mc 12,1-12), acusando os dirigentes de se oporem, de forma continuada, à realização do plano salvador de Deuse líderes judaicos, convencidos de que Jesus era irrecuperável, tinham tomado decisões drásticas: Ele devia ser preso, julgado, condenado e eliminado. Fariseus, Herodianos (cf. Mc 12,13) e até saduceus (cf. Mc 12,18), procuram estender armadilhas a Jesus, a fim de O surpreender em afirmações pouco ortodoxas, que pudessem ser usadas em tribunal para conseguir uma condenação. As controvérsias sobre o tributo a César (cf. Mc 12,13-17) e sobre a ressurreição dos mortos (cf. Mc 12,18-27) devem ser situadas e compreendidas neste contexto.
Neste ambiente, aparece um escriba a perguntar a Jesus qual era o maior mandamento da Lei. Ao contrário de Mateus (cf. Mt 22,34-40), Marcos não considera, contudo, que a questão seja posta a Jesus para o embaraçar ou pôr à prova. O escriba que coloca a questão parece ser um homem sincero e bem intencionado, genuinamente preocupado em estabelecer a hierarquia correta dos mandamentos da Lei.
De facto, a questão do maior mandamento da Lei não era uma questão pacífica e tornou-se, no tempo de Jesus, objecto de debates intermináveis entre os fariseus e os doutores da Lei. A preocupação em Atualizar a Lei, de forma a que ela respondesse a todas as questões que a vida do dia a dia punha, tinha levado os doutores da Lei a deduzir um conjunto de 613 preceitos, dos quais 365 eram proibições e 248 ações a pôr em prática. Esta “multiplicação” dos preceitos legais lançava, evidentemente, a questão das prioridades: todos os preceitos têm a mesma importância, ou há algum que é mais importante do que os outros?
É esta a questão que é posta a Jesus.

MENSAGEM

Citando o primeiro versículo do “Shema’ Israel”, a grande profissão de fé que todo o judeu recitava no início e no fim do dia (cf. Dt 6,4-5), Jesus declara solenemente que o primeiro mandamento é o amor a Deus – um amor que deve ser total, sem divisões, feito de adesão plena aos projetos, à vontade, aos mandamentos de Deus (vers. 30: “com todo o teu coração, com toda a tua alma, com todo o teu entendimento e com todas as tuas forças”). Como se achasse que a resposta não era suficiente, Jesus completa-a, imediatamente, com a apresentação de um segundo mandamento: “amarás o teu próximo como a ti mesmo” (trata-se de uma citação de Lv 19,18). Ou seja: o maior mandamento é o mandamento do amor; e esse mandamento fundamental concretiza-se em duas dimensões que se completam mutuamente – a do amor a Deus e a do amor ao próximo.
A originalidade deste sumário evangélico da Lei não está nas ideia de amor a Deus e ao próximo, que são bem conhecidas do Antigo Testamentouv originalidade deste ensinamento está, por um lado, no facto de Jesus os aproximar um do outro, pondo-os em perfeito paralelo e, por outro, no facto de Jesus simplificar e concentrar toda a revelação de Deus nestes dois mandamentos.
A resposta de Jesus ao escriba não vai no sentido de estabelecer uma hierarquia rígida de mandamentos; mas superando o horizonte estreito da pergunta, situa-se ao nível das opções profundas que o homem deve fazer[]) importante, na perspectiva de Jesus, não é definir qual o mandamento mais importante, mas encontrar a raiz de todos os mandamentos. E, na perspectiva de Jesus, essa raiz gira à volta de duas coordenadas: o amor a Deus e o amor ao próximo.
Portanto, o compromisso religioso (que é proposto aos crentes, quer do Antigo, quer do Novo Testamento) resume-se no amor a Deus e no amor ao próximo. Na perspectiva de Jesus, que é que isto quer dizer?
De acordo com os relatos evangélicos, Jesus nunca se preocupou excessivamente com o cumprimento dos rituais litúrgicos que a religião judaica propunha, nem viveu obcecado com o oferecimento de dons materiais a Deus. A grande preocupação de Jesus foi, em contrapartida, discernir a vontade do Pai e cumpri-Ia com fidelidade e amor. “Amar a Deus” é pois, na perspectiva de Jesus, estar atento aos projectos do Pai e procurar concretizar, na vida do dia a dia, os seus planos. Ora, na vida de Jesus, o cumprimento da vontade do Pai passa por fazer da vida uma entrega de amor aos irmãos, se necessário até ao dom total de si mesmo.
Assim, na perspectiva de Jesus, “amor a Deus” e “amor aos irmãos” estão intimamente associados. Não são dois mandamentos diversos, mas duas faces da mesma moeda. “Amar a Deus” é cumprir o seu projeto de amor, que se concretiza na solidariedade, na partilha, no serviço, no dom da vida aos irmãos.
Como é que deve ser esse “amor aos irmãos”? Este texto só explica que é preciso “amar o próximo como a si mesmo”. As palavras “como a si mesmo” não significam qualquer espécie de condicionalismo, mas que é preciso amar totalmente, de todo o coração. Noutros textos neo-testamentários, porém, Jesus explica aos seus discípulos que é preciso amar os inimigos e orar pelos perseguidores (cf. Mt 5,43-48). Trata-se, portanto, de um amor sem limites, sem medida e que não distingue entre bons e maus, amigos e inimigos. Aliás, Lucas, ao contar este mesmo episódio que o Evangelho de hoje nos apresenta, acrescenta-lhe a história do “bom samaritano”, explicando que esse “amor aos irmãos” pedido por Jesus é incondicional e deve atingir todo o irmão que encontrarmos nos caminhos da vida, mesmo que ele seja um estrangeiro ou inimigo (cf. Lc 10,25-37).
O escriba concorda plenamente com a resposta de Jesus. Para exprimir a sua aprovação, ele cita alguns passos da Bíblia Hebraica (cf. Dt 4,35 e Is 45,21; Dt 6,5; Lv 19,18; Os 6,6), que repetem, com palavras diversas, o que Jesus acabou de dizer. Diante do comentário inteligente do escriba, Jesus declara-lhe que não está “longe do Reino de Deus” (vers. 34). Este escriba é, sem dúvida, um homem justo, que observa a Lei, que estuda a Escritura e que procura lê-Ia e pô-Ia em prática; no entanto, para poder integrar a comunidade do Reino, falta-lhe acolher Jesus como o Messias libertador enviado por Deus com uma proposta de salvação e decidir-se a tornar-se seu discípulo (após a conversa com Jesus, este escriba continua no seu lugar; não há qualquer indicação de que ele se tivesse disposto a seguir Jesus).

Fonte: https://www.dehonianos.org/portal/liturgia/?mc_id=3430

  1. PROFISSÃO DE FÉ

PR.:Professemos a nossa fé. Creio…

  1. PRECES DA ASSEMBLÉIA

PR.: Irmãos e irmãs, como missionários do amor e do cuidado, confiantes elevemos nossas preces ao Pai rezando juntos:

Ass. Ouvi-nos Senhor.

1..Para que a Igreja anuncie sempre com vigor e testemunho o mandamento do amor e por ele ajude a humanidade a encontrar aconcórdia e a paz, nós vos pedimos.

  1. Para vivermos o amor em nossas relações familiares, comunitária se sociais, nós vos pedimos.
  2. Despertai em nós, Senhor, a sensibilidade e o compromisso missionário para

com as diversas realidades afetadas pela pandemia, nós vos pedimos.

  1. Animai nossas comunidades, para que vivam em seu dia a dia, o mandamento do amor, nós vos pedimos.

PR.Rezemos a oração do Mês Missionário: Deus:

Pai, Filho e Espírito Santo, comunhão de amor, compaixão e missão. Nós te suplicamos: Derrama a luz da tua esperança sobre a humanidade que padece a solidão, a pobreza, a injustiça, agravadas pela pandemia. Concede-nos a coragem para testemunhar, com ousadia profética e crendo que ninguém se salva sozinho, tudo o que vimos e ouvimos de Jesus Cristo, missionário do Pai. Maria, mãe missionária, e São José, protetor da família, inspirem-nos a sermos missionários da compaixão e da esperança. Amém.

LOUVAÇÃO E AÇÃO DE GRAÇAS

  1. CANTO DAS OFERTAS

É o momento de fazer nossa oferta para manter as necessidades da comunidade, cantemos:

  1. Ofertar nossa vida queremos como gesto de amor, doação.

Procuramos criar mundo novo, trazer para o povo a libertação.

Ref. De braços erguidos, a Deus ofertamos aquilo que somos e

tudo o que amamos. Os dons que nós temos compartilharemos,

aqueles que sofrem, sorrir os faremos.

  1. A injustiça que fere e que mata,tanto homem, criança e mulher,

faz o jovem viver sem sentido,frustrado, perdido, distante da fé.

  1. Na família, primeira escola,Aprendemos a lei do amor.

Nos estudos, uma habilidade,Com seriedade, buscamos, Senhor.

  1. Juventude, milhões pelo mundo,tanto anseio de libertação!

Gente nova, sem cercas e muros, constrói seu futuro, liberta o irmão.

 

  1. CONVITE À AÇÃO DE GRAÇAS

PR.Irmãos e irmãs, vamos juntos dar graças a Deus, repartindo o Pão Consagrado, em memória de Jesus que se encontra em nossa mesa e nos dá o

seu perdão. Cantemos acolhendo o Pão Eucarístico.

Enquanto se faz um canto, o Ministro da Eucaristia traz o pão consagrado e o coloca sobre o altar. Todos fazem uma breve inclinação.

  1. O Senhor esteja com vocês.

Ass. Ele está no meio de nós!

  1. Demos graças ao Senhor, nosso Deus.

Ass. É nosso dever e nossa salvação!

  1. ORAÇÃO DE AÇÃO DE GRAÇAS:
  2. Jesus é o Missionário do amor do Pai. Ele é quem testemunha a missão de servir em plenitude.Jesus pede por nós: “Pai, aqueles que tu me deste,eu quero que eles estejam comigo onde eu estiver,para que eles contemplem a minha glória que tu me deste” (Jo 17,24).

Ass. Jesus é o Missionário do amor do Pai.

PR.Nós te damos graças, ó Pai, por toda a vossa criação e por tudo o que fizestes no meio de nós, por intermédio de Jesus Cristo, vosso Filho e nosso irmão, que nos destes como imagem viva do vosso amor e de vossa bondade.

Ass. Jesus é o Missionário do amor do Pai.

PR.Pela palavra do Evangelho de vosso Filho, fazei que as Igrejas do mundo inteiro caminhem na unidade e sejam sinais da presença do Cristo ressuscitado. Tornai esta comunidade cada vez mais sinal da vossa bondade.

Ass. Jesus é o Missionário do amor do Pai.

PR.Enviai sobre nós, aqui reunidos, o vosso Espírito e daí a esta terra que nos sustenta uma nova face. Que haja paz em nossas famílias e cresça em nossa comunidade a alegria de sermos vosso por Cristo nosso Senhor.

Ass. Jesus é o Missionário do amor do Pai.

PR.Ó Deus, criador do céu e da terra, os nossos louvores e as nossas preces cheguem a vós pelas mãos daquele que é nosso único mediador, Jesus Cristo, nosso Senhor, por quem oramos com as palavras que ele nos ensinou:

Ass. Pai nosso…,

  1. RITO DA COMUNHÃO

PR.Irmãos e irmãs, participemos da comunhão do Corpo do Senhor em profunda unidade com nossos irmãos que, neste dia, tomam parte da Celebração Eucarística, memorial vivo da Paixão, Morte e Ressurreição de Jesus Cristo. O Corpo de Cristo será nosso alimento.

PR.Felizes os convidados para a Ceia do Senhor. Eis o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo.

Ass:  Senhor, eu não sou digno …

  1. CANTO DE COMUNHÃO

Receber a Comunhão com este povo sofrido é fazer a aliança com a causa do oprimido (bis)

  1. Celebrando a Eucaristia, a vida a gente consome. Ao lutar pela justiça acabando com a fome. Pra que o outro seja gente preá que ele tenha nome.
  2. Celebrar a Eucaristia com famintos e humilhados. Com o pobre lavrador sem ter nada no roçado. É estar em comunhão com Jesus Crucificado.
  3. Celebrar a Eucaristia é também ser torturado é ser perseguido e preso é ser marginalizado. Ser entregue aos tribunais numa cruz pra ser pregado.
  4. Celebrar a Eucaristia é a festa antecipada de um novo povo que assume uma vida partilhada. É a força dos pequenos nesta grande caminhada.
  5. Vai também ao nosso encontro nesta Santa Eucaristia. A companheira mãe de todos a Santa virgem Maria, guardará no coração de seu povo a agonia.

 

  1. ORAÇÃO DEPOIS DA COMUNHÃO

PR.Ó Deus, frutifique em nós a vossa graça, a fim de que, preparados por vossos sacramentos, possamos receber o que prometem. Por Cristo, nosso Senhor Ass. Amém

RITOS FINAIS

  1. AVISOS
  1. BENÇÃO FINAL

PR:O Senhor esteja convosco.

Ass. Ele está no meio de nós.

PR: Abençoe-nos e guarde-nos o Senhor Todo Poderoso e cheio de misericórdia: Pai e Filho e Espírito Santo.

Ass. Amém.

PR:Anunciando Jesus, o Filho de Deus, a todos com alegria, ide em paz e o Senhor vos acompanhe.

Ass. Graças a Deus.

 

  1. CANTO FINAL

Ide pelo mundo, ide pelo mundo / e anunciai, e anunciai, o Evangelho a toda criatura.

  1. Eu vos envio, servidores do Reino, / onde estiverdes eu convosco estarei. / Eu vos envio, despojados de tudo, / só levareis a bagagem do amor.
  2. Eu vos envio, promotores da paz, / ministros sois da reconciliação. / Eu vos envio, mensageiros alegres, / quem encontrardes tratareis com amor.
  3. Eu vos envio, testemunhas da vida,/ clamor supremo, vocação universal. / Eu dou a todos vida plena e fecunda, / sinais de morte combatei, é o mal.
  4. Eu vos envio, construtores do amor, /fazei irmãos, Deus é o Pai, proclamai. / Cidade viva, um só povo formai, / um só batismo, só um Senhor adorai.

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