Roteiro e reflexão do 17º Domingo

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Elaborado por Vasco Lagares – Diocese de Itabira/Cel. Fabriciano

RITOS INICIAIS

  1. REFRÃO MEDITATIVO

Onde reina o amor, fraterno amor

Onde reina o amor, Deus  ai   esta.

 

  1. CANTO DE ENTRADA
  2. Ó Senhor nós estamos aqui

junto a mesa da celebração,

simplesmente atraídos por vós,

desejamos formar comunhão.

Igualdade, fraternidade,

nesta mesa    nos ensinais,

as lições que    melhor educam      

na eucaristia        é que nos dais,

as lições que      melhor educam  

na eucaristia       é que nos dais,

  1. Todos cantam o vosso louvor,

pois em vós todos somos irmãos,

ouviremos com fé ó Senhor,

os apelos da libertação.

  1. Este encontro convosco Senhor

incentiva a justiça e a paz,

Nos inquieta e convida a sentir

os apelos que o pobre nos faz

4- Acolheis com o vosso perdão,

todo homem disposto a crescer:

ao redor desta mesa, Senhor,

a unidade podemos viver!

 

  1. ACOLHIDA E SAUDAÇÃO
  2. Irmãos e irmãs, como comunidade de fé que se reúne em torno do Senhor. Iniciemos em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo. Ass. Amém.
  3. O Deus da esperança, que nos cumula de toda alegria e paz em nossa fé, pela ação do Espírito Santo, esteja convosco.

Ass. Bendito seja Deus que nos reuniu no amor de Cristo.

  1. RECORDAÇÃO DA VIDA

A comunidade é um lugar privilegiado para o encontro com o Senhor. Este encontro se realiza em nossa relação com os irmãos e irmãs na escuta e partilha da Palavra e do Pão Eucarístico. A vivencia cotidiana deste encontro com o Senhor é a prática da oração a Deus. Na oração, nos tornamos próximos de Deus e nos abrimos por inteiro  a ação do seu Espírito vivificador.

 

  1. ATO PENITENCIAL

PR: De coração contrito e humilhado, reconheçamo-nos necessitados da misericórdia de Deus e imploremos seu perdão

PR: Confessemos os nossos pecados.

PR: Tende compaixão de nós, Senhor.

AS: Porque somos pecadores.

PR: Manifestai, Senhor, a vossa misericórdia

AS: E dai-nos a vossa salvação.

PR: Deus todo-poderoso tenha compaixão de nós, perdoe os nossos pecados e nos conduza à vida eterna.

PR: Senhor, tende piedade de nós.

Ass. Senhor, tende piedade de nós.

PR: Cristo, tende piedade de nós.

Ass. Cristo, tende piedade de nós.

PR: Senhor, tende piedade de nós.

Ass. Senhor, tende piedade de nós

 

  1. GLÓRIA

Glória a Deus nas alturas, e paz na terra aos homens por Ele amados. Senhor

Deus, Rei dos Céus, Deus Pai todo poderoso: nós vos louvamos, nós vos

bendizemos, nós vos adoramos, nós vos glorificamos, nós vos damos

graças por vossa imensa glória. Senhor Jesus Cristo, Filho Unigênito, Senhor

Deus, Cordeiro de Deus, Filho de Deus Pai. Vós que tirais o pecado do mundo,

tende piedade de nós. Vós que tirais o pecado do mundo, acolhei a nossa

súplica. Vós que estais à direita do Pai, tende piedade de nós. Só vós sois o

Santo, só vós, o Senhor, só vós, o Altíssimo, Jesus Cristo, com o Espírito

Santo, na glória de Deus Pai. Amém.

  1. ORAÇÃO DO DIA
  2. OREMOS: Ó Deus, sois o amparo dos que em vós esperam e, sem vosso auxílio, ninguém é forte, ninguém é santo; redobrai de amor para conosco, para que, conduzidos por vós, usemos de tal modo os bens que passam, que possamos abraçar os que não passam. Por nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, na unidade do Espírito Santo. Ass. Amém.

 

LITURGIA DA PALAVRA

 

  1. PRIMEIRA LEITURA – Gn 18,20-32

Do Livro do Gênesis

 

  1. SALMO – 137(138)

Refrão: Naquele dia em que gritei, vós me escutastes, ó Senhor!

  1. SEGUNDA LEITURA– Cl 2,12-14

Da  Carta de São Paulo aos Colossenses

 

  1. ACLAMAÇÃO AO EVANGELHO

Aleluia, Aleluia, Aleluia.

Recebestes o Espírito de adoção; é por ele que clamamos: Abá, Pai!

 

  1. EVANGELHO – Lc 11,1-13

Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo a Comunidade de Lucas

 

  1. HOMILIA

O trecho do Evangelho deste domingo, na realidade, é composto por três partes: a oração de Jesus (vv. 1-4), a parábola do amigo insistente (vv. 5-8) e, por fim, a sua aplicação (vv. 9-13). Todo o trecho se sustenta sobre a informação que nos foi dada por Lucas sobre as atitudes de Jesus durante a viagem a Jerusalém (cf. Lc 9,51). Também nessa caminhada, Jesus parava, detinha-se e rezava: os discípulos o viam envolvido nessa ação, feita certamente de um modo que chamava a atenção deles e os interrogava.

Precisamente no fim de uma dessas paradas em oração, não sabemos a que horas do dia, se de manhã ou à noite, um discípulo lhe pede que ensine a toda a comunidade como rezar, a exemplo do que João Batista havia feito com aqueles que o seguiam. Em resposta, Jesus entrega uma oração breve, essencial, que Lucas e Mateus (cf. Mt 6,9-13) nos transmitiram em duas versões.

A de Lucas é mais breve, constituída principalmente por dois pedidos que têm um paralelo na oração judaica do Qaddish: a santificação do Nome e a vinda do Reino. Seguem-se, depois, três pedidos referentes àquilo que é verdadeiramente necessário para o discípulo: o dom do pão do qual se precisa todos os dias, a remissão dos pecados e a libertação da tentação. A oração do cristão é simples, sem muitas palavras, mas cheia de confiança em Deus – invocado como Pai –, no seu Nome santo, no seu Reino que vem. Tendo comentado várias vezes o “Pai-Nosso”, gostaria aqui, em vez disso, de me deter nos versículos seguintes, aqueles que contêm a parábola e a sua aplicação.

Essa parábola é relatada apenas por Lucas, que quer apresentar a oração de demanda como oração insistente, assídua, que não falha, mas que sabe mostrar diante de Deus uma determinação e uma perseverança fiel. Jesus intriga os ouvintes, envolve-os e, por isso, em vez de contar uma história na terceira pessoa, interroga-os: “Quem de vós…?” É uma parábola que narra aquilo que pode acontecer com cada um dos ouvintes:

“Se um de vós tiver um amigo e for procurá-lo à meia-noite e lhe disser: ‘Amigo, empresta-me três pães, porque um amigo meu chegou de viagem e nada tenho para lhe oferecer’, e se o outro responder lá de dentro: ‘Não me incomoda! Já tranquei a porta, e meus filhos e eu já estamos deitados; não me posso levantar para te dar os pães’; eu vos declaro: mesmo que o outro não se levante para dá-los porque é seu amigo, vai levantar-se ao menos por causa da impertinência dele e lhe dará quanto for necessário.”

Parábola simples, que quer mostrar como a insistência de um pedido provoca a resposta até mesmo por parte de quem, embora sendo amigo, em princípio não está disposto a concedê-lo. Sim, é a insistência (até mesmo chata!) do amigo e não o sentimento da amizade que causa a realização e o consequente dom: com o seu obstinado pedido, um amigo inoportuno pode fazer com que outro amigo importunado mude de opinião.

Precisamente porque as coisas são assim, Jesus então comenta:

“Pedi e recebereis;
procurai e encontrareis;
batei e vos será aberto.”

É verdade que não se usa explicitamente o verbo “rezar”, mas é evidente que Jesus se refere sempre à oração, precisamente em resposta à pergunta inicial do discípulo. Peçam – recomenda Jesus –, isto é, não tenham medo de pedir a Deus que é Pai, peçam com simplicidade, certos de serem ouvidos por quem lhes ama, e peçam sem nunca se cansarem.

Trata-se de buscar com a convicção da necessidade da busca, com a convicção de que há algo que vale a pena ser buscado, às vezes fatigantemente, às vezes longamente, mas é preciso ter a certeza de que, mais cedo ou mais tarde, se chegará a encontrar. Onde há uma promessa, trata-se de esperar vigilantes, de buscar o seu cumprimento. Trata-se também de bater em uma porta: se batemos, é porque há a esperança de que alguém lá dentro abrirá e nos acolherá, mas às vezes é preciso bater repetidamente…

Consequentemente, façamo-nos logo a pergunta: por que Deus precisa ser suplicado várias vezes, por que quer ser buscado, por que quer que batamos de novo e de novo? Ele precisa tanto disso? Não, somos nós que precisamos pedir, porque somos mendicantes e não queremos nos reconhecer como tais; somos nós que devemos renovar a nossa busca daquilo que é verdadeiramente necessário; somos nós que devemos desejar que uma porta nos seja aberta, para que possamos encontrar quem nos acolha.

Deus não precisa da nossa insistente oração, mas somos nós que precisamos dela, para imprimi-la nas fibras da nossa mente e do nosso corpo, para aumentar o nosso desejo e a nossa expectativa, para dizer a nós mesmos a nossa esperança.

Mas, a essa parábola e ao seu primeiro comentário, Jesus acrescenta outra aplicação, também breve e também de forma interrogativa:

“Será que algum de vós que é pai, se o filho pedir um peixe, lhe dará uma cobra? Ou ainda, se pedir um ovo, lhe dará um escorpião? Ou, se pedir um pão, lhe dará talvez uma pedra (este último acréscimo está presente apenas em uma parte da tradição manuscrita)?”

Pois bem, isso não ocorre entre um pai e um filho, porque o laço de sangue impede tal comportamento paterno, mesmo em caso de afeto escasso. Com maior razão – diz Jesus – se isso não ocorre entre vocês, que são maus, mas sabem dar boas coisas aos seus filhos, quanto mais o Pai que está no céu dará o Espírito Santo àqueles que o pedirem.

Esta última palavra de Jesus foi meditada pouco e com pouca inteligência pelos próprios cristãos nos últimos séculos. Jesus sabe, e por isso o diz com franqueza, que nós, humanos, somos todos maus (poneroí), porque em nós há uma pulsão, um instinto a pensar em nós mesmos, a afirmar a nós mesmos, à philautía, o amor egoísta de si mesmo.

Mesmo assim, embora essa seja a nossa condição, somos capazes de ações boas, pelo menos no caso de um relacionamento familiar entre pai e filho. Pois bem, se nós, mesmo na nossa maldade, damos coisas boas aos filhos que nos pedem, quanto mais Deus, que “é o único bom” (agathós: Lc 18,19), dará boas coisas àqueles que as pedirem!

Mas como podemos esquecer que, muitas vezes, fizemos de Deus um pai mais malvado do que os nossos pais terrenos? Voltaire escrevia: “Ninguém gostaria de ter Deus como pai terreno”, e Engels lhe ecoava: “Quando um homem conhece um Deus mais severo e malvado do que o seu pai, então se torna ateu.”

É assim, e isso ocorreu porque os cristãos deram uma imagem de Deus como juiz severo, vingativo e perverso, a ponto de levar os humanos a abandonarem tal Deus e a negarem-no! Ao invés disso, Jesus nos fala de um Deus Pai mais bondoso do que os pais que experimentamos, ensinando-nos que Deus sempre nos dá coisas boas quando o invocamos.

Mas, nesse trecho, há um esclarecimento importante e decisivo sobre a oração. Lucas se distancia da versão dessas palavras de Jesus fornecida por Mateus, porque sente a necessidade de esclarecê-las e explicá-las. Sim, é verdade que Deus nos responde com coisas boas (cf. Mt 7,11), mas estas nem sempre são as que nós julgamos como boas. A oração não é magia, não é “cansar os deuses” – como escrevia o filósofo pagão Lucrécio (“A natureza das coisas” IV, 1239) – ou atordoar Deus por força de palavras multiplicadas, diz Jesus em outro lugar (cf. Mt 6,7-8). Deus não está à nossa disposição para satisfazer os nossos desejos, muitas vezes egoístas, mas acima de tudo ignorantes, literalmente: não sabemos o que queremos!

É por isso que – especifica a versão lucana – “as coisas boas”, na realidade, são “o Espírito Santo”. Deus sempre nos dá o Espírito Santo, se o pedirmos na oração, e o Espírito que desce sobre a nossa mente e o nosso coração, ele que se une ao nosso espírito (cf. Rm 8,16), é a resposta de Deus.

Mas é bom dar um exemplo, sob o risco de sermos brutais. Se eu, ao sofrer de uma grave doença, peço a Deus a cura, isso não significa que ela realmente ocorra, mas posso ter a certeza de que Deus me dará o Espírito Santo, força e amor para viver a doença em um caminho para continuar amando e aceitando que os outros me amem. Essa é a verdadeira e autêntica resposta, é disso que realmente precisamos!

Fonte: https://www.ihu.unisinos.br/620572-um-pai-sempre-da-coisas-boas-a-seus-filhos

  1. PROFISSÃO DE FÉ
  2. Professemos a nossa fé.
  1. PRECES DA ASSEMBLÉIA

PR.: Irmãos e irmãs, como comunidade orante elevemos nossas orações a Deus que nos atende com amor. Após cada invocação vamos responder:

Ass. Senhor escutai a nossa prece com amor!

  1. Por toda a Igreja, que caminha sob a inspiração do Espírito Santo, que seja reconhecida por sua ação amorosa junto aos mais necessitados, pedimos com fé.
  2. Por todos e todas que participam em nossas Comunidades, para que na experiência da oração, possam aprender o sentido de ser filhos e filhas de Deus, pedimos com fé.
  3. Pelos nossos avós, para que encontrem carinho, reconhecimento e dedicação para parte dos mais jovens, pedimos com fé.
  4. Animai as nossas lideranças leigas e ordenadas, para que sigam o caminho iniciado por Cristo, orientando e animando o povo a eles confiado, pedimos com fé.

 

  1. Tudo isto vos pedimos ó Pai, fonte de todo bem, por Cristo nosso Senhor.

Ass. Amém.

 

LOUVAÇÃO E AÇÃO DE GRAÇAS

 

  1. CANTO DAS OFERTAS

É o momento de fazer nossa oferta para manter as necessidades da comunidade, cantemos:

  1. Os dons que trago aqui, são o que fiz,

o que vivi. O pão que ofertarei,

pouco depois comungarei.

Assim tudo o que é meu,

sinto também que é de Deus.

Esforço, trabalhos e sonhos,

o amor concreto e feliz deste dia.          

Por cristo,com cristo e em cristo,

Tudo ofertamos ó Pai na alegria.

  1. Jesus nos quis chamar para o seguir e ajudar.

E aqui nos vai dizer como servir e oferecer.

Deus pôs nas minhas mãos

para eu partir com meus irmãos.

 

  1. CONVITE À AÇÃO DE GRAÇAS
  2. Irmãos e irmãs, tendo celebrado vossa Palavra de vida, oferecemos, agora, nossa fidelidade a vossa Palavra, nossa dedicação ao vosso serviço. Jesus aparece sempre a caminho. Para estar com ele, é preciso segui-lo, caminhar a seu lado, com o mesmo ritmo, nas suas pegadas. Louvemos o Senhor que escuta a oração dos empobrecidos e liberta os oprimidos. Acolhamos o Cristo em nosso meio.

Enquanto se faz um canto, o Ministro da Eucaristia traz o pão consagrado e o coloca sobre o altar. Todos fazem uma breve inclinação.

 

  1. O Senhor esteja com vocês.

Ass. Ele está no meio de nós!

  1. Demos graças ao Senhor, nosso Deus.

Ass. É nosso dever e nossa salvação!

 

  1. ORAÇÃO DE AÇÃO DE GRAÇAS:
  2. Recebe, ó Deus Santo, Da Igreja a louvação:  Chegue a ti o nosso canto

Feito súplica e oração!

Ass. Por nós fez maravilhas, louvemos o Senhor!

  1. Mandando a nós teu Filho, Novo tempo se instaurou! Chegue a ti o nosso canto, Feito súplica e oração!

Ass. Por nós fez maravilhas, louvemos o Senhor!

  1. Tua Páscoa celebrando, Recordemos a oblação! Chegue a ti o nosso canto,  Feito súplica e oração!

Ass. Por nós fez maravilhas, louvemos o Senhor!

  1. E tendo aos céus chegado – gloriosa ascensão – Chegue a ti o nosso canto, Feito súplica e oração!

Ass. Por nós fez maravilhas, louvemos o Senhor!

  1. Ansiando, ó Esperado, Teu retorno ao nosso chão, Chegue a ti o nosso canto Feito súplica e oração!

Ass. Por nós fez maravilhas, louvemos o Senhor!

  1. No hoje da história, Reunidos qual família, Chegue a ti o nosso canto, Feito súplica e oração!

Ass. Por nós fez maravilhas, louvemos o Senhor!

  1. Rezemos confiantes, A oração que faz irmãos. Chegue a ti o nosso canto, Feito súplica e oração!

Ass. Pai nosso…,

 

  1. RITO DA COMUNHÃO
  2. Irmãos e irmãs, participemos da comunhão do Corpo do Senhor em profunda unidade com nossos irmãos que, neste dia, tomam parte da Celebração Eucarística, memorial vivo da Paixão, Morte e Ressurreição de Jesus Cristo. O Corpo de Cristo será nosso alimento.
  3. Felizes os convidados para a Ceia do Senhor. Eis o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo.

Ass.  Senhor, eu não sou digno …

 

  1. CANTO DE COMUNHÃO

1- Todo aquele que comer

do meu corpo, que é doado,

Todo aquele que beber

do meu sangue derramado

E crê nas minhas palavras

que são plenas de vida,

Nunca mais sentirá fome

nem sede em sua lida.

Eis que sou o Pão da Vida,

eis que sou o Pão do Céu

Faço-me vossa comida,

eu sou mais que leite e mel.

2- O meu Corpo e meu Sangue

são sublimes alimentos,

Do fraco indigente é vigor,

do faminto é o sustento.

Do aflito é consolo,

do enfermo é a unção,

Do pequeno e excluí- -do,

rocha viva e proteção.

3- Eu sou o Caminho, a Vida,

Água viva e a Verdade.

Sou a Paz e a Luz do mundo,

sou a própria Liberdade,

Sou a Palavra do Pai,

que entre vós habitou

Para que vós habite—is

na Trindade onde estou.

4- Eu sou a Palavra viva

que sai da boca de Deus.

Sou a Lâmpada para guiar

vossos passos, irmãos meus.

Sou o rio, eu sou a ponte,

sou a brisa que afaga

Sou a água, sou a fo—me,

fogo que não se apaga.

 

  1. ORAÇÃO DEPOIS DA COMUNHÃO
  2. Recebemos, ó Deus, este sacramento, memorial permanente da paixão do vosso Filho; fazei que o dom da vossa inefável caridade possa servir à nossa salvação. Por Cristo, nosso Senhor. Ass. Amém

 

RITOS FINAIS

 

  1. AVISOS

 

  1. BENÇÃO FINAL

PR: O Senhor esteja convosco.

Ass. Ele está no meio de nós.

PR: Abençoe-nos e guarde-nos o Senhor Todo Poderoso e que nos acolhe em sua misericórdia: Pai e Filho e Espírito Santo.

Ass. Amém!

  1. CANTO FINAL
  2. Quando o dia da paz renascer. Quando o sol da esperança brilhar. Eu vou cantar! Quando o povo nas ruas sorrir, e a roseira de novo florir, eu vou cantar!

Ref.: /:Vai ser tão bonito se ouvir a canção, cantada de novo. No olhar da gente a certeza do irmão. Reinado do povo.:/

  1. Quando as cercas caírem no chão. Quando as mesas se encherem de pão, eu vou cantar! Quando os muros que cercam os jardins, destruídos, então os jasmins vão perfumar.
  2. Quando as armas da destruição, destruídas em cada nação, eu vou cantar! E o decreto que encerra a opressão, assinado só no coração, vai triunfar.
  3. Quando a voz da verdade se ouvir, e a mentira não mais existir, será, enfim, tempo novo de eterna justiça. Sem mais ódio, sem sangue ou cobiça: Vai ser assim!

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