2º Domingo da Páscoa: “No Encontro com o Ressuscitado, a Missão se Renova!”

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Foto: site do CEBI

Elaborado por Vasco Lagares – Diocese de Itabira/Cel. Fabriciano

2º DOMINGO DA PÁSCOA

DIVINA MISERICÓRDIA

24 de abril de 2022

Trazer elementos da comunidade que expressam a misericórdia divina.

RITOS INICIAIS

  1. REFRÃO MEDITATIVO

Cristo ressuscitou, aleluia/ Venceu a morte com o amor/

Cristo ressuscitou, aleluia/ Venceu a morte com o amor, aleluia

 

  1. CANTO DE ENTRADA

O Senhor ressurgiu/ Aleluia, aleluia! É o Cordeiro Pascal/ Aleluia, aleluia!

Imolado por nós/ Aleluia, aleluia! É o Cristo Senhor, Ele vive e venceu aleluia!

1- O Cristo Senhor ressuscitou/ A nossa esperança realizou/

Vencida a morte par sempre/ Triunfa a vida eternamente.

2- O Cristo remiu a seus irmãos/ Ao Pai os conduziu por suas mãos/

No Espírito Santo unida esteja/ A família de Deus, que é a Igreja!

3- O Cristo, nossa Páscoa se imolou/ Seu sangue da morte nos livrou/

Incólumes o mar atravessamos/ E à terra prometida caminhamos!

  1. ACOLHIDA E SAUDAÇÃO
  2. O amor de Deus nos acolha, iniciemos este nosso encontro de irmãos: Em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo. Ass. Amém.
  3. A Graça de nosso Senhor Jesus Cristo, o amor do Pai e a força do Espírito Santo estejam sempre convosco

Ass.Bendito seja Deus que nos reuniu no amor de Cristo.

  1. RECORDAÇÃO DA VIDA

Neste domingo em que celebramos a Ressurreição do Senhor. O Senhor se manifesta ressuscitado em sua comunidade e, muitas vezes, não o reconhecemos. Ou pior, não acreditamos em sua presença em nosso meio. Ele vem até nós através da comunidade reunida, vence os nossos medos, nos dá a sua paz e sopra sobre nós o seu Espírito.

  1. ATO PENITENCIAL

PR: No dia em que celebramos a vitória de Cristo sobre o pecado e a morte, também nós somos convidados a morrer para o pecado e ressurgir para uma vida nova. Reconheçamo-nos necessitados da misericórdia do Pai (momento de silêncio).

PR: Senhor, nossa paz, tende piedade de nós.

AS: Senhor, tende piedade de nós.

PR: Cristo, nossa Páscoa, tende piedade de nós.

AS: Cristo, tende piedade de nós.

PR: Senhor, nossa vida, tende piedade de nós.

AS: Senhor, tende piedade de nós.

PR: Deus todo poderoso tenha compaixão de nós, perdoe os nossos pecados e nos conduza à vida eterna.

Ass. Amém.

  1. GLÓRIA

Glória a Deus nas alturas, e paz na terra aos homens por Ele amados.

Senhor Deus, rei dos Céus, Deus Pai todo-poderoso:

nós vos louvamos, nós vos bendizemos, nós vos adoramos, nós vos glorificamos, nós vos damos graças por vossa imensa glória.

Senhor Jesus Cristo, Filho Unigênito, Senhor Deus, Cordeiro de Deus,

Filho de Deus Pai.

Vós que tirais o pecado do mundo, tende piedade de nós.

Vós que tirais o pecado do mundo, acolhei a nossa súplica.

Vós que estais à direita do Pai, tende piedade de nós.

Só vós sois o Santo, só vós, o Senhor,

só vós, o Altíssimo, Jesus Cristo,

com o Espírito Santo, na glória de Deus Pai.

Amém.

  1. ORAÇÃO DO DIA
  2. OREMOS: Ó Deus de eterna misericórdia, que reacendeis a fé do vosso povo na renovação da festa pascal, aumentai a graça que nos destes. E fazei que compreendamos melhor o batismo que nos lavou, o espírito que nos deu nova vida e o sangue que nos redimiu. Por nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, na unidade do Espírito Santo. Ass. Amém.

LITURGIA DA PALAVRA

  1. PRIMEIRA LEITURA – At 5,12-16

Dos Atos dos Apóstolos

  1. SALMO – 117(118)

Refrão: Dai graças ao Senhor, porque Ele é bom! “Eterna é a sua misericórdia!”

 

  1. SEGUNDA LEITURA– Ap 1,9-11a.12-13.17-19

Do Apocalipse de São João

  1. ACLAMAÇÃO AO EVANGELHO

Aleluia, Aleluia, Aleluia.

Acreditaste, Tomé, porque me viste.

Felizes os que creram sem ter visto!”

  1. EVANGELHO – Jo 20,19-31

Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo a Comunidade de João

  1. HOMILIA

No Encontro com o Ressuscitado, a Missão se Renova!

Dinamizados pela força da páscoa de Jesus, precisamos lembrar que provocadora luz da ressurreição não brilha de forma repentina e poderosa na vida dos cristãos. Ela vai se acendendo aos poucos. Naquela noite de domingo, as portas da sala, onde se encontravam os discípulos assustados, estavam firmemente trancadas. O ambiente externo era hostil, e aquele punhado de discípulos cheios de ambiguidades sentia-se desamparado. Era noite por fora e por dentro, e nem mesmo a Boa Notícia anunciada por Maria Madalena conseguira arrancá-los daquela prostração.

Este ambiente noturno e fechado contrasta com a manhã luminosa e aberta na qual Maria Madalena se encontrara com Jesus ressuscitado (cf. Jo 20,1-18). Os discípulos vivem a mesma sensação de escuridão e ameaça que haviam experimentado ao atravessar o lago, depois da tentativa frustrada de transformar Jesus em rei (cf. Jo 6,16-21). Mas as trevas da noite costumam ser proporcionais à luz da aurora que se esconde no seu ventre, como aquela noite na qual Deus fez vigília e iniciou a libertação do povo do Egito (cf. Ex 12,42; Dt 16,1).

É assim que, superando todos os obstáculos, Jesus irrompe no meio dos discípulos, e não o faz para advertir ou acusar. Eles se alegram quando Jesus, mostrando-lhes as mãos e o lado, se apresenta como Cordeiro com o qual se inicia um novo êxodo. Ele faz questão de mostrar as mãos nas quais o Pai tinha posto tudo (cf. Jo 13,3); as mãos que realizaram as ações libertadoras de Deus (cf. Jo 3,36); as mãos firmes das quais nenhuma ovelha será arrancada (cf. Jo 10,28). Estas mãos perfuradas simbolizam a historicidade e a concretude humana da sua presença ressuscitada.

Porém, Jesus quer evitar a tentação de uma paz que consola e acomoda. Como Deus havia feito no início da criação, Jesus transmite seu Sopro aos discípulos e os constitui sinais e instrumentos de uma nova criação. “Então soprou sobre eles e falou: ‘Recebei o Espírito Santo’.” A experiência pascal torna-se êxodo corajoso e libertador de todos os fechamentos e redis para prosseguir o caminho de Jesus. Não conheceremos verdadeiramente Jesus Cristo ressuscitado enquanto não estivermos situados num horizonte de esperança e de ação missionaria.

Somos enviados como ele foi enviado pelo Pai, como Cordeiros que carregam o pecado do mundo, pois perdoar é libertar uma pessoa de um peso que a prende e impede de viver plenamente, como Jesus fizera com a mulher samaritana (cf. Jo 4,1-42), com o homem que sofria há 38 anos (cf. Jo 5,1-18), com a mulher acusada de adultério (cf. Jo 8,1-11), com o cego de nascença (cf. Jo 9,1-41). Conduzidos pelo Espírito de Jesus, somos enviados para construir uma comunidade que procura romper com o espírito do mundo e tomar distância das estruturas de pecado.

A primeira expressão da missão que brota da experiência pascal é o testemunho de vida fraterna e solidária, diante do qual a sociedade é obrigada a tomar posição. E a segunda é, como nos mostra João, o anúncio de que isso é feito em nome de Jesus, “o primeiro e o último, Aquele que vive”, a pedra rejeitada que se tornou pedra principal e preciosa. É em Jesus que se fundamenta nosso novo viver e nossa irrenunciável missão. E desde sempre, como nos mostra Pedro, a missão dos cristãos é também ação transformadora: todos os que se aproximavam dele eram curados.

Hoje a missão continua, e vai sendo tecida pelos fios do testemunho, do diálogo, do anúncio e do serviço. Partindo do encontro com o Ressuscitado, o anúncio e o testemunho são vividos nas diversas iniciativas e cuidados pastorais em favor dos doentes, das crianças, dos encarcerados, dos migrantes, dos operários, da mulher marginalizada, da juventude, da terra, da família, da nossa casa comum, enfim: na defesa de políticas públicas em favor do povo. As pessoas têm o direito de sentir em nós a mão do próprio Jesus Cristo tocando seus ombros cansados e espantando o medo!

Jesus de Nazaré, Cordeiro de Deus! Na tua mesa somos nutridos e encorajados a tirar o pecado do mundo, a amar e servir incondicionalmente. E o faremos tornando-nos uma bênção que de mil formas toca, desperta, cura, liberta. Não permitas que nos separemos do corpo eclesial e, assim, tornemo-nos incapazes de te reconhecer vivo entre nós. E dá-nos a graça de crer em ti apoiando-nos no testemunho daqueles que provaram teu amor e tocaram tuas chagas. Assim seja! Amém!

Itacir Brassiani msf

Fonte: www.cebi.org.br
  1. PROFISSÃO DE FÉ
  2. Professemos a nossa fé. Creio…
  1. PRECES DA ASSEMBLÉIA

PR.: Apresentemos ao Cristo Ressuscitado nossas orações e peçamos que Ele se digne ouvi-las com bondade, dizendo: Por vossa misericórdia, ouvi-nos, Senhor!

Ass. Por vossa misericórdia, ouvi-nos, Senhor!

  1. Pela Igreja, para que fortaleça sua presença junto às pessoas que buscam a misericórdia de Deus, pedimos com fé:
  2. Pelas nossas comunidades, para que se tornem casa de acolhida e fraternidade, onde as pessoas possam viver sua fé em Jesus, em sintonia com os irmãos e irmãs, pedimos com fé:
  3. Ó Cristo, vencedor da morte, recriai-nos na força de vossa misericórdia e renovai vossa Igreja na ternura e no amor, pedimos com fé:
  4. Pelos homens e mulheres que vivem sua fé em nossas comunidades, para que saibamos reconhecer nossas fraquezas e pecados, e assim, buscar a conversão e a vivencia de praticas de justiça, pedimos com fé.

Outras preces aos cuidados da Liturgia

  1. Senhor nosso Deus, ouvi as preces que Vos dirigimos com fé. Que possamos

cantar sempre vossa bondade e misericórdia com nossas vidas e obras. Por Cristo nosso Senhor.

Ass. Amém.

LOUVAÇÃO E AÇÃO DE GRAÇAS

  1. CANTO DAS OFERTAS

É o momento de fazer nossa oferta para manter as necessidades da comunidade, cantemos:

Eu creio num mundo novo

Pois Cristo ressuscitou

Eu vejo sua luz no povo

Por isso alegre sou

  1. Em toda pequena oferta

Na força da união

No pobre que se liberta

Eu vejo ressurreição

  1. Na mão que foi estendida

No dom da libertação

Nascendo uma nova vida

Eu vejo ressurreição

  1. Nas flores oferecidas e

Quando se dá perdão

Nas dores compadecidas

Eu vejo ressurreição

  1. Nos homens que estão unidos

Com outros partindo o pão

Nos fracos fortalecidos

Eu vejo ressurreição

  1. Na fé dos que estão sofrendo

No riso do meu irmão

Na hora em que está morrendo

Eu vejo ressurreição

 

  1. CONVITE À AÇÃO DE GRAÇAS
  2. Irmãos e irmãs, Jesus ressuscitado nos envolve com sua luz! N’Ele temos vida nova. D’Ele recebemos a graça de não mais trilharmos o caminho das trevas, mas

o da luz.

Enquanto se faz um canto, o Ministro da Eucaristia traz o pão consagrado e o coloca sobre o altar. Todos fazem uma breve inclinação.

  1. O Senhor esteja com vocês.

Ass. Ele está no meio de nós!

  1. Demos graças ao Senhor, nosso Deus.

Ass. É nosso dever e nossa salvação!

  1. ORAÇÃO DE AÇÃO DE GRAÇAS:
  2. Esta comunidade aqui reunida recorda a vitória de Jesus sobre a morte, escutando a sua Palavra e dando graças, na esperança de ver o novo céu e a nova

terra, onde não haverá mais fome, nem morte, nem dor, e onde viveremos na plena comunhão do vosso amor.

Ass. A vós, Senhor, nossa honra, nosso louvor!

PR: Para nós é um prazer bendizer-vos, ó Senhor, celebrar o vosso amor por Jesus Libertador!

AS: Bendito sejais, Cordeiro Imolado, Jesus Salvador!

PR: Nós vos louvamos, Senhor, pela nossa humana história, que revela vossa

glória, vosso poder redentor!

AS: Bendito sejais, Cordeiro Imolado, Jesus Salvador!

PR: Pois Jesus é nossa páscoa, o Cordeiro imolado, por quem fomos libertados para a vida que não passa!

AS: Bendito sejais, Cordeiro Imolado, Jesus Salvador!

PR: Em sua morte a nossa morte foi pra sempre redimida. Ressurgiu uma nova vida garantindo a nossa sorte!

AS: Bendito sejais, Cordeiro Imolado, Jesus Salvador!

PR: Transbordando de alegria, eis a nossa louvação! Viva a nova criação,

nova páscoa, plena vida!

AS: Bendito sejais, Cordeiro Imolado, Jesus Salvador!

  1. Antes de participar do banquete da Eucaristia, sinal de reconciliação e vínculo de união fraterna, rezemos, juntos, como o Senhor nos ensinou:

Ass. Pai nosso…,

  1. RITO DA COMUNHÃO
  2. Irmãos e irmãs, participemos da comunhão do Corpo do Senhor em profunda unidade com nossos irmãos que, neste dia, tomam parte da Celebração Eucarística, memorial vivo da Paixão, Morte e Ressurreição de Jesus Cristo. O Corpo de Cristo será nosso alimento.
  3. Felizes os convidados para a Ceia do Senhor. Eis o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo.

Ass:  Senhor, eu não sou digno …

  1. CANTO DE COMUNHÃO

Cristo, nossa Páscoa, foi imolado,

aleluia! Glória a Cristo, Rei, ressuscitado, aleluia!

  1. Páscoa sagrada! Ó festa de luz!

Precisas despertar: Cristo vai te iluminar!

  1. Páscoa sagrada! Ó festa universal! No

mundo renovado é Jesus glorificado!

  1. Páscoa sagrada! Vitória sem igual! A

cruz foi exaltada, foi a morte derrotada!

  1. Páscoa sagrada! Ó noite batismal! De

tuas águas puras nascem novas

criaturas!

  1. Páscoa sagrada! Banquete do Senhor!

Feliz a quem é dado ser às núpcias

convidado!

  1. Páscoa sagrada! Cantemos ao Senhor!

Vivamos a alegria, conquistada em meio

à dor!

  1. ORAÇÃO DEPOIS DA COMUNHÃO
  2. Concedei, ó Deus onipotente, que conservemos em nossa vida o sacramento pascal que recebemos. Por Cristo, nosso Senhor.

Ass. Amém

RITOS FINAIS

  1. AVISOS
  2. BENÇÃO FINAL

PR: O Senhor esteja convosco.

Ass.Ele está no meio de nós.

PR: O Senhor todo-poderoso, Pai e Filho e Espírito Santo nos abençoe e nos guarde.

Ass.Amém!

  1. CANTO FINAL

Novo sol brilhou, a vida superou sofrimento, dor e morte tudo enfim.

Nosso olhar se abriu Deus mesmo se incumbiu, de tomar-nos pela mão assim.

O Deus de amor, jamais se descuidou

Em seu vigor, Jesus ressuscitou.

Estender a mão, abrir o coração, acolher, compartilhar e perdoar.

É fazer o céu, cumprir o seu papel, já na terra tem que vigorar.

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