Roteiro e reflexão 2º Domingo do Tempo Comum

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Elaborado por Vasco Lagares – Diocese de Itabira/Cel. Fabriciano

2º DOMINGO DO TEMPO COMUM – ANO B

17 de janeiro de 2021

 

  1. REFRÃO MEDITATIVO

Senhor se Tu me chamas, eu quero te ouvir.

Se queres que eu te siga, respondo: eis-me aqui.

 

RITOS INICIAIS

  1. CANTO DE ABERTURA
  2. No meu coração sinto o chamado,

fico inquieto: preciso responder.

Então pergunto: “Mestre, onde moras?”

E me respondes que preciso caminhar.

Seguindo teus passos, fazendo a história,

construindo o novo no meio do povo.

Seguindo teus passos, fazendo a história,

construindo o novo no meio do povo.

Mestre, onde moras? Mestre onde estás?

No meio do povo. Vem e verás.

No meio do povo. Vem e verás!

  1. Te vejo em cada rosto das pessoas,

tua imagem me anima e faz viver.

No coração amigo que se doa,

no sonho do teu Reino acontecer.

Teu Reino é justiça, é paz, é missão,

é a boa nova da libertação!

Teu Reino é justiça, é paz, é missão,

é a boa nova da libertação!

 

  1. Tua Palavra abre novos horizontes,

é convite de serviço aos irmãos.

Me consagra, me envia a assumir

teu projeto nesta vida, neste chão.

Meu sim é resposta, é meu jeito de amar,

estar com teu povo, contigo morar.

Meu sim é resposta, é meu jeito de amar,

estar com teu povo, contigo morar.

 

  1. SAUDAÇÃO

Pres. Iniciemos em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo.

  1. Amém

Pres. O Deus da esperança, que nos cumula de toda alegria e paz em nossa fé, pela ação do Espírito Santo, esteja convosco.

T: Bendito seja Deus que nos reuniu no amor de Cristo

  1. RECORDAÇÃO DA VIDA

Na liturgia de hoje, vemos como homens e mulheres escutaram e responderam ao chamado para seguir na construção do Reino de Deus. Em nossa comunidade, como temos respondido ao chamado para o seguimento a Jesus Cristo? Destacar as diversas ações que são desenvolvidas pela comunidade.

  1. ATO PENITENCIAL

Pres.  De coração contrito e humilde, aproximemo-nos do Deus justo e santo, para que tenha piedade de nós, pecadores. Silencio

  1. Senhor que viestes salvar os corações arrependidos.

Refrão: Piedade, piedade, piedade de nós (bis)

  1. Ó Cristo, que viestes chamar os pecadores humilhados.
  2. Senhor, que intercedeis por nós, junto a Deus Pai que nos perdoa.

Pres.  Deus todo-poderoso tenha compaixão de nós, perdoe os nossos pecados e nos conduza à vida eterna.

  1. Amém
  1. GLÓRIA

1-Glória a Deus nos altos céus!

Paz na terra seus amados.

A vós louvam, Rei celeste,

os que foram libertados!

Glória a Deus, lá nos céus,

E paz aos seus   amém

2- Deus e pai, nós vos louvamos,

adoramos, bendizemos.

Damos glória ao vosso nome,

vossos dons agradecemos.

3-  Senhor nosso Jesus Cristo,

Unigênito do Pai,

Vós, de  Deus Cordeiro e Santo,

Nossas culpas perdoai..

4- Vós, que estais junto do Pai,

como nosso intercessor,

Acolhei nossos pedidos,

atendei nosso clamor.

5- Vós somente sois o Santo,

O  Altíssimo . o Senhor,

Com o Espírito Divino,

de Deus Pai no esplendor!.

  1. ORAÇÃO DO DIA

Pres. Oremos (silêncio): Deus eterno e todo-poderoso, que governais o céu e a terra, escutai com bondade as preces do vosso povo e dai ao nosso tempo a vossa paz. Por Nosso Senhor Jesus Cristo, Vosso Filho, na unidade do Espírito Santo. T. Amém.

LITURGIA DA PALAVRA

  1. PRIMEIRA LEITURA – 1Sm 3,3b-10.19

Do Primeiro Livro de Samuel

  1. SALMO – 39 (40)

Eu disse: “Eis que venho, Senhor!”, com prazer faço a vossa vontade!

  1. SEGUNDA LEITURA – 1Cor 6,13c-15a.17-20

Da Primeira Carta de São Paulo aos Coríntios.

  1. ACLAMAÇÃO AO EVANGELHO
  2. Aleluia, Aleluia, Aleluia.

Encontramos o Messias, Jesus Cristo,/ de graça e verdade ele é pleno; / de sua imensa riqueza/ graças sem fim, recebemos!

  1. EVANGELHO – Jo 1, 35-42

Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo a Comunidade de João

  1. HOMILIA

Num primeiro momento, o quadro situa-nos junto do rio Jordão (vers. 35-37). Os três primeiros personagens em cena são João e dois dos seus discípulos – isto é, dois homens que tinham escutado o anúncio de João e recebido o seu baptismo, símbolo da ruptura com a “vida velha” e de adesão ao Messias esperado. Estes dois discípulos de João são, portanto, homens que, devido ao testemunho de João, já aderiram a esse Messias que está para chegar e que esperam ansiosamente a sua entrada em cena.
Entretanto, apareceu Jesus. João viu Jesus “que passava” e indicou-O aos seus dois discípulos, dizendo: “eis o cordeiro de Deus” (vers. 36). João é uma figura estática, cuja missão é meramente circunstancial e consiste apenas em preparar os homens para acolher o Messias libertador; quando esse Messias “passa”, a missão de João termina e começa uma nova realidade. João está plenamente consciente disso… Não procura prolongar o seu protagonismo ou conservar no seu círculo restrito esses discípulos que durante algum tempo o escutaram e que beberam a sua mensagem. Ele sabe que a sua missão não é congregar à sua volta um grupo de adeptos, mas preparar o coração dos homens para acolher Jesus e a sua proposta libertadora. Por isso, na ocasião certa, indica Jesus aos seus discípulos e convida-os a segui-l’O.
A expressão “eis o cordeiro de Deus”, usada por João para apresentar Jesus, fará, provavelmente, referência ao “cordeiro pascal”, símbolo da libertação oferecida por Deus ao seu Povo, prisioneiro no Egito (cf. Ex 12,3-14. 21-28). Esta expressão define Jesus como o enviado de Deus, que vem inaugurar a nova Páscoa e realizar a libertação definitiva dos homens. A missão de Jesus consiste, portanto, em eliminar as cadeias do egoísmo e do pecado que prendem os homens à escravidão e que os impedem de chegar à vida plena.
Depois da declaração de João, os discípulos reconhecem em Jesus esse Messias com uma proposta de vida verdadeira e seguem-n’O. “Seguir Jesus” é uma expressão técnica que o autor do Quarto Evangelho aplica, com frequência, aos discípulos (cf. Jo 1,43; 8,12; 10,4; 12,26; 13,36; 21,19). Significa caminhar atrás de Jesus, percorrer o mesmo caminho de amor e de entrega que Ele percorreu, adoptar os mesmos objectivos de Jesus e colaborar com Ele na missão. A reacção dos discípulos é imediata. Não há aqui lugar para dúvidas, para desculpas, para considerações que protelem a decisão, para pedidos de explicação, para procura de garantias… Eles, simplesmente, “seguem” Jesus.
Num segundo momento, o quadro apresenta-nos um diálogo entre Jesus e os dois discípulos (vers. 38-39). A pergunta inicial de Jesus (“que procurais?”) sugere que é importante, para os discípulos, terem consciência do objectivo que perseguem, do que esperam de Jesus, daquilo que Jesus lhes pode oferecer. O autor do Quarto Evangelho insinua aqui, talvez, que há quem segue Jesus por motivos errados, procurando n’Ele a realização de objectivos pessoais que estão muito longe da oferta que Jesus veio fazer.
Os discípulos respondem com uma pergunta (“rabbi, onde moras?”). Nela, está implícita a sua vontade de aderir totalmente a Jesus, de aprender com Ele, de habitar com Ele, de estabelecer comunhão de vida com Ele. Ao chamar-Lhe “rabbi”, indicam que estão dispostos a seguir as suas instruções, a aprender com Ele um modo de vida; a referência à “morada” de Jesus indica que eles estão dispostos a ficar perto de Jesus, a partilhar a sua vida, a viver sob a sua influência. É uma afirmação respeitosa de adesão incondicional a Jesus e ao seu seguimento.
Jesus convida-os: “vinde ver”. O convite de Jesus significa que Ele aceita a pretensão dos discípulos e os convida a segui-l’O, a aprender com Ele, a partilhar a sua vida. Os discípulos devem “ir” e “ver”, pois a identificação com Jesus não é algo a que se chega por simples informação, mas algo que se alcança apenas por experiência pessoal de comunhão e de encontro com Ele.
Os discípulos aceitam o convite e fazem a experiência da partilha da vida com Jesus. Essa experiência directa convence-os a ficar com Jesus (“ficaram com Ele nesse dia”). Nasce, assim, a comunidade do Messias, a comunidade da nova aliança. É a comunidade daqueles que encontram Jesus que passa, procuram n’Ele a verdadeira vida e a verdadeira liberdade, identificam-se com Ele, aceitam segui-l’O no seu caminho de amor e de entrega, estão dispostos a uma vida de total comunhão com Ele.
Num terceiro momento (vers. 40-41), os discípulos tornam-se testemunhas. É o último passo deste “caminho vocacional”: quem encontra Jesus e experimenta a comunhão com Ele, não pode deixar de se tornar testemunha da sua mensagem e da sua proposta libertadora. Trata-se de uma experiência tão marcante que transborda os limites estreitos do próprio eu e se torna anúncio libertador para os irmãos. O encontro com Jesus, se é verdadeiro, conduz sempre a uma dinâmica missionária.

Fonte: dehonianos.org/portal/liturgia/?mc_id=3257

  1. PROFISSÃO DE FÉ
  1. PRECES DA COMUNIDADE

Pres. Irmãos e irmãs, atentos à voz do Senhor e prontos para cumprir sua Palavra, elevemos a Ele as nossas preces e como resposta rezemos:

  1. Senhor, escutai a nossa prece!
  2. Pela Igreja, para que fiel ao seguimento a Jesus Cristo, se faça presença no meio dos que sofre, digamos com fé.
  3. Pelas nossas comunidades, para que seja espaço da vivencia da fé e da solidariedade, digamos com fé.
  4. Pelas pessoas que fazem o bem, são solidárias e buscam construir a sociedade do bem viver, digamos com fé.

Preces espontâneas…

Pres. Tudo isso vos pedimos, ó Pai, por Cristo, nosso Senhor.

  1. Amém.

É o momento de trazer nossa oferta material para a manutenção das atividades de nossa comunidade

  1. CANTO DAS OFERTAS

Sabes, senhor

O que temos é tão pouco pra dar

Mas esse pouco, nós queremos

Com os irmãos compartilhar

Queremos nesta hora, diante dos irmãos

Comprometer a vida, buscando a união.

 

Sabemos que é difícil, os bens compartilhar

Mas com a tua graça, senhor, queremos dar.

 

Olhando o teu exemplo, senhor, vamos seguir

Fazendo o bem a todos, sem nada exigir.

AÇÃO DE GRAÇAS

  1. CONVITE À AÇÃO DE GRAÇAS

Pres. Trazendo o pão consagrado à mesa, demos graças a Deus pela salvação operada através de seu Filho, presente no meio de nós. O Ministro deposita sobre o altar a Eucaristia enquanto a comunidade canta:

Pres. O Pai enviou-nos o seu Filho Unigênito para a nossa salvação.

Pres. O Senhor esteja com vocês.

  1. Ele está no meio de nós!

Pres. Demos graças ao Senhor, nosso Deus.

  1. É nosso dever e nossa salvação!

 

  1. ORAÇÃO DE AÇÃO DE GRAÇAS

 

Pres. Tendo celebrado vossa palavra de vida, oferecemos, agora, nossa fidelidade a vossa Palavra, nossa dedicação ao vosso serviço. Acolhei nossos dons e renovai em nossos corações a alegria de nossa fé.

  1. A vós, Senhor, nossa honra, nosso louvor! Venha a nós vosso Reino de amor!

Pres. Bendito sejais, Senhor, por todas as nossas comunidades que se reúnem em torno do seu altar, que sejam sinal de Vossa presença no meio dos irmãos e irmãs que te buscam.

  1. A vós, Senhor, nossa honra, nosso louvor! Venha a nós vosso Reino de amor!

Pres. A criação inteira vos bendiz pela ressurreição de Jesus que renova a certeza de que a morte será vencida e de que o Reino vai chegar a nossa terra. E nós, homens e mulheres que te louvam, manifestamos nossa fé em Ti e nos colocamos como instrumentos de Tua vontade.

  1. A vós, Senhor, nossa honra, nosso louvor! Venha a nós vosso Reino de amor!

 

  1. RITO DA COMUNHÃO

Pres. Relembrando de Jesus que, muitas vezes, reuniu-se com os seus para comer e beber, revelando que o teu reino havia chegado, nós também nos alegramos com Ele nesta mesa. E tomando o pão consagrado, acrescenta:

Assim disse Jesus: “Se alguém ouvir a minha voz e abrir a porta, entrarei em sua casa e comerei com ele e ele comigo”. (Ap 3,20)

  1. Senhor, eu não sou digno …

 

20.. CANTO DE COMUNHÃO

Cantar a beleza da vida, presente do

amor sem igual: / Missão do teu povo

escolhido! Senhor, vem livrar-nos do mal!

 

Vem dar-nos teu Filho, Senhor /

Sustento no pão e no vinho / E a

força do Espírito Santo / Unindo

teu povo a caminho!

 

Falar do teu Filho às nações, vivendo

como ele viveu: / Missão do teu povo

escolhido! / Senhor, vem cuidar do

que é teu!

 

Viver o perdão sem medida, servir

sem jamais condenar: / Missão do

teu povo escolhido! / Senhor, vem

conosco ficar!

 

Erguer os que estão humilhados,

doar-se aos pequenos e aos pobres /

Missão do teu povo escolhido! /

Senhor, nossas forças redobre!

 

Buscar a verdade e a justiça,

nas trevas brilhar como a luz /

Missão do teu povo escolhido! /

Senhor, nossos passos conduz!

  1. ORAÇÃO DEPOIS DA COMUNHÃO

Pres. Penetrai-nos, ó Deus, com o vosso Espírito de caridade, para que vivam unidos no vosso amor os que alimentais com o mesmo pão. Por Cristo, nosso Senhor. T. Amém

RITOS FINAIS

  1. AVISOS

– Dia 24 – Domingo da Palavra de Deus. Este dia foi instituído pelo Papa Francisco com o desejo de que seja dedicado à celebração, reflexão e divulgação da Palavra de Deus

  1. BENÇÃO

Pres. O Senhor esteja convosco.

  1. Ele está no meio de nós.

Pres. A paz de Deus, que supera todo entendimento, guarde os vossos corações e vossas mentes no conhecimento e no amor de Deus, e de seu Filho, nosso Senhor Jesus Cristo.

  1. Amém.

Pres. Abençoe-vos Deus todo poderoso, Pai e Filho † e Espírito Santo.

  1. Amém!
  2. CANTO FINAL

. Quando o dia da paz renascer, quando o sol da esperança brilhar, eu vou cantar. Quando o povo nas ruas sorrir, e a roseira de novo florir, eu vou cantar. Quando as cercas caírem no chão, quando as mesas se encherem de pão, eu vou cantar. Quando os muros que cercam os jardins, destruídos então os jasmins, vão perfumar.

Vai ser tão bonito se ouvir a canção, cantada, de novo. No olhar da gente a certeza do irmão. Reinado, do povo.

  1. Quando as armas da destruição, destruídas em cada nação, eu vou sonhar. E o decreto que encerra a opressão, assinado só no coração, vai triunfar. Quando a voz da verdade se ouvir, e a mentira não mais existir, será enfim, tempo novo de eterna justiça, sem mais ódio, sem sangue ou cobiça, vai ser assim.

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